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9 de dezembro de 2010

Call for papers # UNIDCOM/IADE



Estão abertas as submissões de comunicações á 6ª. Conferência Internacional da UNIDCOM/IADE - Senses & Sensibility in Lisbon: Advertising, Design, Marketing, Photography and Visual Culture in the RIGHT PLACE.

Poderão submeter os vossos resumos (400 palavras, máximo) até ao próximo dia 6 de Fevereiro de 2011. Os páineis, dos quais destaco "Ergonomics in Design", estão listados em baixo.

Senses & Sensibility in Lisbon: Advertising, Design, Marketing, Photography and Visual Culture in the RIGHT PLACE

Lisbon, 6^th — 8^th October, 2011

Chairs: Fernando Carvalho Rodrigues, Carlos Duarte, Eduardo Corte-Real

UNIDCOM / IADE’s 6th International Conference’s Senses & Sensibility in Lisbon: Advertising, Design, Fashion, Marketing, Photography and Visual Culture in the right place will take place between 6–8th of October 2011, in Lisbon.

As in earlier conferences, 6th Senses & Sensibility‘s papers will be accepted on basis of a double-blind peer review of both abstracts and full papers for final publishing.
Conference language is English.

The conference will be preceded by a one-day-conference of the Drawing Research Network (chair: Eduardo Côrte-Real) on the 5th October 2011.

Papers will be selected according to panels, proposed by UNIDCOM´s members and counselors. Panels’ themes reflect the research interests of panel chairs and thus indicating main research interests at UNIDCOM / IADE, contributing towards a future definition of the research strategy at IADE’s University Institute.

Panel chairs may have 20 minutes for presenting the session’s theme — in context of their own research interests.

Note: There will be no registration fee for doctoral students presenting papers

Important dates:
6th January 2011 Website launched — announcement of key notes
6th February 2011 Deadline for submitting abstracts (400 word maximum)
6th March 2011 Notice of acceptance/rejection of abstracts
6th April 2011 Deadline for submitting papers (6000 word maximum)
6th June 2011 Notice of acceptance/rejection of papers (registration starts)
6th August 2011 Deadline for submitting papers (revised) for publication.

The Panels are the following:

PRINCIPIA
The Principia of Design
The Principia of Marketing & Advertising
The Principia of Visual Culture

Abstracts to be sent to: eduardo.corte-real@iade.pt

THE Sense of DRAWING

Making Sense through Sensibility (knowing through drawing)
Drawing and Visual Culture (mostly illustration, animation and photography),
Drawing and the Creative Industries (mostly design, advertising and marketing)

Abstracts to be sent to: eduardo.corte-real@iade.pt

THE Sense of MARKETING
Marketing strategies and market-orientation;
Consumer experience and behaviour;
Innovation in products, services and processes;
New media and channels;
Branding;
Emergent issues shaping marketing practice.

Abstracts to be sent to: antonio.gama@iade.pt

COLOUR Sensibility
Colour Education: methodology, terminology.
Psychology and Symbolism: colour perception, interaction and emotional interactions.
Science and Technology: Colour science, Colour appearance and measurements.
Computer graphics: Colour in computer vision, Colour in Graphic Design, Computer renderings
Colour in Interiors
Colour in the landscape and urban space

Abstracts to be sent to: margarida.gamito@iade.pt

THE Sense & Sensibility of ERGONOMICS IN DESIGN
Methods and tools
Theoretical developments
Practice-based research and case studies

Abstracts to be sent to: emilia.duarte@iade.pt

Sensibility for DESIGN, SOCIAL BUSINESS & CHANGE
Creativity, Co-Creation and Sustainability
Design as a mean for Products, Services and Processes Innovation
Entrepreneurship and Institutional and Social Change
Community Networks, Local Drivers and Social Systems Design
Local Empowerment, Branding and Uniqueness

Abstracts to be sent to: ana.margarida.ferreira@iade.pt

Sensibility for PEOPLE INSPIRING DESIGN — SENSITIVE DESIGN MAKES SENSE (INCLUSIVE DESIGN)
Interactive consumer products and new technologies
Product and interior design
Amenities for urban public spaces
Abstracts to be sent to: paula.trigueiros@iade.pt

THE sense of RESEARCH & TEACHING IN MARKETING & ADVERTISING
Seeds of uncertainty
New phenomena
Coordination and processes integration
Internationalization of research, in line with the European Research Area
Bologna reform

Abstracts to be sent to: jose.ferro.camacho@iade.pt

12 de novembro de 2010

Ergonomia: Contextos e Práticas # Palestras

Para celebrar o mês da Ergonomia, Outubro, a Secção Autónoma de Ergonomia organiza um ciclo de palestras sobre as práticas profissionais. O seu objectivo é contribuir para divulgar a Ergonomia, partilhar experiências e promover a reflexão conjunta.

O ciclo vai iniciou-se a 11 de Novembro de 2010 e termina a 9 de Dezembro. Seguem-se mais três palestras, às quintas-feiras, das 16:45H às 18:00H.

> 11 de Novembro: Dr. Miguel Lourenço (Santa Casa da Misericórdia)
> 18 de Novembro: Dra. Anabela Fernandes (Novabase)
> 25 de Novembro: Dr.ª Luísa Amaral (Aeroportos e Navegação Aérea -ANA)
> 9 de Dezembro: Dr.ª Manuela Calado (Autoridade para as Condições de Trabalho – Ponto Focal Nacional)

A comissão organizadora é constituída pelos colegas Teresa Cotrim, José Carvalhais e Francisco Rebelo.
As palestras terão lugar na Sala de Ergonomia (11C) da FMH, sendo o secretariado assegurado por Geneviève Santorum
(tel. 214149139 ou gksantorum@fmh.utl.pt).

Participem!!!

29 de setembro de 2010

2-Be-Safe - 2 Wheeler Behaviour and Safety

Eu já fui uma motociclista activa. Conduzi, durante cerca de 10 anos, uma Kawazaki ZZR600 (chamada, por muitos, a moto assassina). Infelizmente a minha coluna já não me deixa conduzir motos... Mas, claro, continuo a adorar motas e a sonhar que um dia poderei voltar à acção.

A mota é um veículo extraordinário mas, também, muito especial e com o qual é preciso ter muito cuidado e cabeça bem assente. Nesse sentido, é com um gostinho especial que divulgo um estudo que envolve Ergonomia e motos :D


No âmbito do Projecto Europeu 2-Be-Safe - 2 Wheeler Behaviour and Safety está a decorrer, até 11 de Outubro, na Secção Autónoma de Ergonomia da Faculdade de Motricidade Humana da Universidade Técnica de Lisboa, situada na Cruz Quebrada, perto do complexo do Estádio Nacional, um estudo sobre comportamento dos motociclistas.

O objectivo geral do estudo tem que ver com a investigação dos factores comportamentais e ergonómicos ligados a erros humanos e acidentes, visando desenvolver medidas para melhorar a segurança dos condutores de motociclos.

Deste modo é necessária a colaboração de 24 motociclistas nacionais com o seguinte perfil:
- Idade: 25 a 50 anos
- Sexo: masculino
- Experiência: mínimo de 2 anos e 10000 km de condução de motos.

Os participantes serão distribuídos por 2 grupos, em função do tipo de uso que fazem da sua mota:

Grupo A – Desportivos:
Entusiastas das motos desportivas, guiam motas rápidas (por vezes, em pista) por entretenimento e lazer. Por exemplo: Yamaha YZF R1, R6, Suzuki GSXR, 700cc, 1000 cc, Ducati sport1000 S, Aprilia RSV 1000, Kawazaki ZX6R, Honda 600 CBR, 1000, Triumph Daytona 675...

Grupo B – Utilitários/Scooter:
Usam a moto principalmente para viagens casa-trabalho, normalmente Scooter 125 ccm3 (ou mais ccm3) e normalmente não têm licença específica de moto (têm carta de condução de automóvel).

A experiência consiste em duas partes, com duração total prevista de 1 hora e 30 minutos:

1. Utilização de um software que permite a observação de um conjunto de 24 pequenos vídeos (cerca de 20 ou 30 segundos cada) de situações rodoviárias e sua classificação usando um conjunto de escalas de avaliação.
2. Resposta a 2 pequenos questionários para caracterizar melhor o perfil dos motociclistas.

Para os possíveis interessados, seguem os contactos do investigador responsável:

José Domingos Carvalhais

Professor Auxiliar
Universidade Técnica de Lisboa
Faculdade de Motricidade Humana
Secção Autónoma de Ergonomia
E-mail: jcarvalhais@fmh.utl.pt

http://www.fmh.utl.pt/ergonomia/docentes/pdocentes/JCarvalhais/JCarvalhais.htm

Estrada da Costa
1495-688 Cruz Quebrada
PORTUGAL
Tel.: + 351.214149154
Fax: +351.214144720

6 de julho de 2010

Estariam dispostos a viajar de pé num avião?


A companhia área, de voos de baixo custo, Ryanair está a avaliar a possibilidade de transportar passageiros de pé, em voos curtos, por metade do preço dos lugares sentados. Com esta alteração poderiam incluir mais 40 a 50 passageiros em cada voo.

Não é a primeira proposta polémica desta empresa, que já considerou a possibilidade de cobrar pelo uso dos sanitários a bordo. Resta saber qual a qualidade ergonómica destes assentos e, sobretudo, que garantias de segurança oferecem.

Estariam dispostos a viajar nestas condições?
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24 de junho de 2010

Mestrado em Ergonomia | FMH


Informam-se todos os interessados que as candidaturas para a 3ª edição do “Mestrado em Ergonomia”, da Faculdade de Motricidade Humana da Universidade Técnica de Lisboa, decorrerão de 1 de Julho a 3 de Setembro de 2010. Para o mesmo serão disponibilizadas 20 vagas.

O Mestrado em Ergonomia fornece competências complementares para todos aqueles que se dedicam à optimização das condições de trabalho, à concepção de sistemas de produção e de produtos, à segurança, higiene e saúde no trabalho e à formação profissional. Este curso permite o desenvolvimento profissional contínuo, quer para os profissionais de Ergonomia, quer para todos aqueles que procuram novas oportunidades.

Para informações adicionais sobre este curso visite a página da Secção Autónoma de Ergonomia em http://www.fmh.utl.pt/ergonomia/

Pode, também, obter mais informação em http://ergonomiafmh.blogspot.com.

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6 de maio de 2010

3º Seminário Ergonomics in Design


No próximo dia 21 de Maio de 2010, decorrerá a 3ª Edição do Seminário Internacional "Ergonomics in Design" que, este ano, conta com a participação de Christopher B. Mayhorn, da North Carolyna State University, USA.

A sua palestra têm como título: "Aging, medications, and warnings: What designers do not know may hurt consumers".

O evento acontecerá no espaço "Cubo", da Faculdade de Arquitectura de Lisboa.
Para mais informações consultar o blog do evento.

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19 de janeiro de 2010

3D... sim ou não?

Nos últimos dias, a propósito do filme "Avatar", que pode ser visualizado a 3D nas salas de cinema, muito se tem falado das novas possibilidades e, também, dos efeitos adversos associados à Realidade Virtual e à Realidade Aumentada.
Este é um assunto que me interessa bastante e no qual tenho estado a trabalhar, no âmbito do meu trabalho de doutoramento.



Não fiquei surpreendida com o facto de se verificarem efeitos adversos na visualização do filme a 3D (ex. dores de cabeça, enjoo, fadiga visual, etc). Diversos estudos já tinham revelado que uma percentagem de pessoas (entre 5 e 10%) sofrem destes efeitos adversos, devido a características individuais diversas. O que me surpreendeu foi a total ausência de informação, alertando os espectadores para a possíbilidade de virem a sofrer desses efeitos.

Não se pode aceitar tal silêncio, muito embora se compreenda a sua razão...

Contudo, apesar das limitações actuais, a Realidade Virtual e Aumentada são áreas espantosas, com imenso potencial, que vão ser alvo de um grande pico de desenvolvimento no futuro próximo.

Para os interessados, sugiro o programa "Falar Global", emitido na Sic Notícias, com o tema "Sexto sentido tecnológico", onde foi entrevistado António Câmara da Ydreams.
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17 de dezembro de 2009

Five ways ergonomics has shaped your life


Five ways ergonomics has shaped your life # para saber um pouco mais sobre Ergonomia e sobre a exposição patente no Design Museum of London intitulada "Ergonomics - Real Design", que divulgámos na semana passada.

Acompanhar o blogue da exposição: http://www.realworlddesign.org/blog/
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15 de dezembro de 2009

Design, ergonomia e emoção

# Sugestão de leitura da semana:

Mont'Alvão, Claudia, Damazio, Vera. (2008). Design, ergonomia e emoção. Mauad X. Rio de Janeiro

Descrição do livro:

"Emoção, prazer, afeto, satisfação, eram termos, até há pouco tempo, praticamente ausentes do vocabulário da Ergonomia e do Design. Hoje, eles se fazem cada vez mais presentes, dando relevo à idéia de que as pessoas estabelecem relações afetivas com os produtos que as cercam e que é possível projetar com o objetivo de proporcionar experiências prazerosas e desencadear sentimentos positivos nos usuários. Mas quais são os limites dos campos da Ergonomia e do Design e Emoção? Quais suas áreas em comum, suas diferenças e contribuições para os usuários? Foi no calor dessa saudável e instigante discussão que percebemos a grande lacuna que existe sobre o tema em geral – e em língua portuguesa, em particular – e que a idéia desta coletânea foi concebida.

Objeto de reflexão há milênios, a Emoção vem despertando crescente interesse em campos distintos do conhecimento, e também entrou na agenda do Design e da Ergonomia. Com isso ficou evidente o fato de que, muito mais do que forma física e funções mecânicas, os produtos abrangem formas sociais e funções simbólicas e devem ser projetados com o intuito de proporcionar experiências prazerosas e desencadear sentimentos positivos em seus usuários.

O recente encontro do Design e da Ergonomia com a Emoção e seu caráter interdisciplinar é o tema deste livro. Nele, o leitor encontrará trabalhos recentemente apresentados por pesquisadores brasileiros em importantes eventos internacionais e perspectivas variadas sobre este novo e promissor campo reconhecido como “Design Emocional”. Esta coletânea traz aos pesquisadores de Ergonomia e do Design idéias brasileiras sobre o tema que já transitam em âmbito internacional, e aos leitores – usuários de produtos de toda a ordem –, aspectos invisíveis e intangíveis do mundo construído. Também vem promover entre os professores uma discussão fundamental para a formação de futuros profissionais mais conscientes sobre os efeitos de seus projetos nos usuários e mais eficientes na construção de uma sociedade mais responsável e solidária."
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2 de dezembro de 2009

Driving Ergonomics

A condução pode ser uma actividade muito desgastante e de elevado risco, especialmente se muito frequente e prolongada, agravada por veículos mal concebidos ou desajustados. Diversos estudos revelaram que a condução, sobretudo nos condutores profissionais, é um factor de risco para o surgimento de lesões músculo-esqueléticas, especialmente ao nível das costas e punhos.



Este é um assunto que interessa bastante, não só aos ergonomistas, como também aos designers envolvidos na concepção dos habitáculos dos veículos.
No site "Driving Ergonomics", da Universidade de Loughborough, podemos encontrar informações úteis e recursos diversos, relacionados com este tema.

30 de novembro de 2009

Rapidinhas...



# Ergonomics - Real Design
| Design Museum of London

"Ergonomics is the unsung hero of good design and is often only noticeable by its absence, when a product is badly designed or fails to be user-friendly."

O Museu do Design, de Londres, em colaboração com a Universidade de Brunel, exibem uma exposição dedicada aos contributos da Ergonomia para o Design - "Ergonomics - Real Design".
A exposição, inserida nas celebrações do 60º aniversário da Ergonomics Society (primeira associação de Ergonomia do mundo) estará patente até 07 de Março de 2010.

Ler comunicado à imprensa (Pdf).


# Redacção Técnico-Científica para Publicação

o IFILP irá realizar, em Janeiro de 2010, de uma nova edição da acção «RED.TEC.P – Redacção Técnico-Científica para Publicação», destinada a autores que publicam ou que pensam vir a publicar.

O RED.TEC.P pretende ajudar os autores a rentabilizarem o tempo entre a criação do manuscrito e a arte final da obra, e a adquirirem um maior controlo sobre a qualidade final da publicação.

A acção aborda quatro vertentes:

_comunicação escrita no discurso técnico-científico;
_estilos e exigências normativas sectoriais, consistência e opções de notação;
_recursos avançados dos programas de processamento de texto;
_orto e tecnotipografia e problemáticas de prepress.

Esta quarta edição da acção é realizada em três blocos autónomos de 10 horas cada, e terá lugar em Lisboa e no Porto, em três fins-de-semana (um em cada mês), com início em Janeiro.

Preços (fraccionáveis):

até 30 de Novembro: 109,42 euros por bloco (130,55 + 98.85 x 2)
de 1 a 16 de Dezembro: 121,16 euros por bloco
de 17 de Dezembro a 15 de Janeiro: 131,85 euros por bloco
a partir de 16 de Janeiro: 143,94 euros por bloco
São concedidos descontos a mestrandos/as ou doutorandos/as, a preparar dissertação ou tese.

Ler mais sobre esta acção, no site do IFILP.
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12 de novembro de 2009

Rock e Lesões Músculo-Esqueléticas

Afinal, o "heavy metal" não faz mal apenas aos ouvidos e à cabeça...

É elevado o número de guitarristas que sofre de lesões músculo-esqueléticas associadas a movimentos repetitivos.



Um caso recente é o do famoso guitarrista inglês Tony Iommi (um dos fundadores da banda Black Sabbath), que declarou estar a fazer um tratamento de transplante de células para tentar tratar uma mão, afectada por um enorme desgaste das cartilagens.

Os estudiosos afirmam que o uso de uma guitarra eléctrica implica diversos factores de risco de desenvolver uma lesão deste tipo, nos membros superiores, nomeadamente, os movimentos repetitivos, a força exercida sobre o instrumento e as posturas inadequadas.

Ler mais no TimesOnline.
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13 de outubro de 2009

Visual Ergonomics in the Workplace

# Sugestão de leitura da semana: Anshel, Jeffrey (1998). Visual Ergonomics in the Workplace, Taylor & Francis. ISBN 0-7484-0658-1

Neste livro podemos encontrar informação sobre o aparelho visual humano, sua anatomia e fisiologia, bem como a sua difícil adaptação à leitura em ecrãs de computadores e sob a influência da iluminação artificial. Apesar de estar já um pouco desactualizado, sobretudo no que diz respeito à tecnologia usada nos ecrãs actuais, o livro aborda alguns conteúdos fundamentais que importa dominar...

"Organization of this book
This book is designed to give you a working knowledge of the eye and visual system so that you can make informative workplace decisions.

Chapter 1 starts with an historical perspective on how our vision and visual system has had to evolve to keep up with our social development. Chapter 2 describes the working of the eyes and visual system, simplified for basic understanding for the non-medical reader. In Chapter 3, the interaction of the eye in the workplace is discussed, with emphasis on the functional vision of the worker. In Chapter 4, the technology of the VDT monitor and how the images are perceived by the eye are discussed. Computer Vision Syndrome is a compilation of symptoms which arise from extended viewing of the VDT when the demands of the task exceed the abilities of the viewer. We discuss the various symptoms in Chapter 5 and address the possible reasons why they arise. How the eyes and visual system is tested and the role the environment plays in the examination procedure is
discussed in Chapter 6. Although the main thrust of this book is the area of office ergonomics related to VDT viewing, we will also review the area of industrial vision and its many ramifications for eye safety and comfort in Chapter 7. We often take our eyes for granted, often not having examinations for years at a time if we feel nothing is ‘wrong’. There are many things that can go wrong and not everyone is fortunate enough to have ‘perfect eyes’. The computer is also a useful tool for those who are visually impaired and there are many options available for them, which are discussed in Chapter 8. The remedies for various problems are covered in Chapter 9. These include visual,environmental and physical areas which can be altered to increase VDT viewing comfort. There are many factors related to general eye care which can assist the reader in maintaining good visual habits. Chapter 10 discusses these factors and how to address them for the worker. Every workplace has a certain budget within which to work. The changes which are suggested would be irrelevant if the cost considerations were not added to the equation. Therefore, the concern of the economics of ergonomics is addressed in Chapter 11. And then there are the governmental standards which also affect every workplace. We will attempt to deliver, in Chapter 12, the latest information which has passed as legislation or as standards in various countries. This area is obviously in a constant state of flux and should be viewed only as a general guideline. It is hoped that this book serves as a cornerstone for a good understanding of the role vision plays in the lives of employees in the workplace. We spend almost one third of our lives in this environment and our eyes are our most important sense. The efficiency with which we see relates directly to how effectively and safely we perform on the job."
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8 de outubro de 2009

Stresse... anjo ou demónio?


As férias e a calmaria estão, definitivamente, arrumadas. As aulas começaram e o doutoramento aproxima-se, a passos largos, do fim... Por isso, antevejo que os próximos tempos vão ser de muito, muito stresse.

Comentários como este são muito frequentes. Tão frequentes que já nem lhes damos o valor que merecem. Se repararem, na maioria dos casos relatados existe uma forte relação entre o stresse e o trabalho. Por outro lado, o stresse é, comummente, acusado de ser a origem dos nossos males de saúde. Isto significa a atribuição, ao stresse, de uma conotação negativa, que não possuía inicialmente quando foi adoptado por Selye, em 1936.

Será o stresse um anjo, ou um demónio, inevitável nos estilos de vida actuais?

> origem do termo:
Em inglês, "stress" pode ter derivado do termo "distress", ou ter as suas raízes no francês antigo "estresse" (estreitamento, aperto). A origem do termo stresse é atribuída a 2 palavras do latim - "stringere" (esticar, deformar) e "strictus" (esticado, tenso, apertado).

Em português foi, inicialmente, sugerida a tradução por estricção que deriva do termo do latim "strictus". Contudo, o aportuguesamento do termo parece ter ganho campo e é, actualmente, usada a palavra stresse, com a a letra E no fim (em Português de Portugal).

> significado do termo:
O termo "stress", em inglês, foi adquirindo diversos significados ao longo dos tempos: força ou pressão exercida sobre um objecto; pressão exercida sobre alguém com o fim de extorquir algo; exercício extenuante ou grande esforço; sofrimento, adversidade, grande esforço; insistência ou grande ênfase; solicitação excessiva de um órgão do corpo ou da mente; entre outras.

No dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea, da Academia das Ciências de Lisboa, a definição é: "1 - Termo médico - Conjunto de perturbações psíquicas e fisiológicas provocadas por factores agressivos externos e por emoções, que exigem uma adaptação do organismo; 2- Pressão exercida nas pessoas por esses factores ".

> o conceito de stresse por Selye:
Em 1936, Selye, médico e investigador austríaco, que trabalhava em Montreal, Canadá, aplicou o termo stresse, como termo médico, para caracterizar um agente/estímulo, nocivo ou benéfico, capaz de desencadear, no organismo, mecanismos neuroendócrinos de adaptação. Este conceito foi, mais tarde, totalmente esclarecido no seu livro "Physiology and Pathology of Exposure to Stress", em 1950.

Na proposta de Selye o stresse é considerado como um mecanismo de adaptação do organismo, permitindo-lhe enfrentar as agressões do meio ambiente. Essa adaptação permite o aumento da vigilância, da agressividade, da concentração, da atenção e/ou do inibir de certas funções, tudo para enfrentar os agentes stressores. Porém, estes mesmos mecanismos, podem provocar distúrbios. Os mais comuns são a ansiedade, insónia, perda de apetite, baixa da libido, aumento da pressão arterial, entre outros. Esta vertente, negativa, do stresse é, actualmente, aquele a que as pessoas se referem quando usam este termo.

Não devemos, contudo, esquecer os efeitos positivos do stresse. Pois, graças a eles, podemos mobilizar todos os nossos recursos, físicos e mentais. Aliás, muitos designers (e não só...) parecem procurar, deliberadamente, o stresse como motor criativo!...

> stresse no trabalho:
O stresse relacionado com o trabalho, também designado por stresse profissional/ocupacional, é definido pelo NIOSH como: “... harmful physical and emotional responses that occur when the requirements of the job do not match the capabilities, resources, or needs of the worker…” (NIOSH, 2006).

Podemos, assim, dizer que o stresse surge no trabalho quando se verifica um desequilibro, ou desajuste, entre as exigências do trabalho e as capacidades/recursos/necessidades dos trabalhadores. Neste âmbito é importante compreender as seguintes definições:

# "work strain" (inglês) | "astreinte de travail" (francês): resposta interna do trabalhador ao ser exposto a stresse no trabalho, dependendo das suas características individuais (ex. estatura, idade, capacidades, competências, etc.);

# "work stress" (inglês) | "contrainte de travail" (francês): carga externa, resultante da soma das condições externas e exigências do sistema que actuam para perturbar o estado fisiológico ou psicológico do indivíduo.

Por vezes, o stresse é confundido com "burn-out", que é uma consequência específica do stresse no trabalho. Isto é, um estado caracterizado por um esgotamento emocional, uma desumanização/esvaziamento da relação, com fortes sentimentos negativos; uma baixa auto-estima e uma baixa avaliação do desempenho no trabalho, percebidos como fracasso, provocando uma ruptura entre o individuo e o seu trabalho.

Para saber mais sobre este assunto ler Stress relacionado com trabalho (pdf), de Sacadura-Leite & Uva. Soc. Portuguesa de Medicina do Trabalho
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24 de setembro de 2009

Design para interacção intuitiva


"Study pushes the button on intuitive design"

Um investigador da Universidade de Tecnologia de Queensland, Austrália, está a desenvolver um estudo com o objectivo de tornar alguns equipamentos actuais (ex. telefones móveis, leitores de DVD) mais usáveis por utilizadores idosos.

Segundo Simon Lawry, se o produto for concebido com base numa "interacção intuitiva", ou recorrendo a conhecimentos obtidos através de outras experiências, poderá melhorar a independência (inclusão) dos idosos.

O estudo implica a observação de utilizadores, com mais de 18 anos, durante o uso quotidiano destes equipamentos, recorrendo a gravações vídeo-aúdio e entrevistas. Serão focados 4 grupos de utilizadores, de diversas faixas etárias: 18-44 anos; 45-59; 60-74 e mais de 75 anos e serão avaliados aspectos como a sua familiaridade com os produtos, os conhecimentos existentes sobre os produtos, o uso, etc.

Muito embora o estudo decorra na Austrália seria, na minha opinião, muito interessante a sua replicação noutros países. Podendo, de uma comparação posterior, resultar um conhecimento novo muito útil...

Deixo, por isso, um alerta sobre um estudo interessante a acompanhar, sobretudo para os inúmeros designers que estão à procura de temas para os seus estudos de mestrado...

Para mais informação, ou para se oferecerem como voluntários para recolha de dados, devem contactar:
e-mail - s.lawry@qut.edu.au
telefone: + (código da Austrália) 3138 9183.
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22 de setembro de 2009

A Guide to Methodology in Ergonomics

# Sugestão de leitura da semana:

Salvendy, G., Stanton, N. & Young, M. (2003). A Guide to Methodology in Ergonomics: Designing for Human Use. 2nd edition, Taylor & Francis. ISBN: 0-7484-0703-0

Tal como o título indica, este livro apresenta-nos uma compilação de diversos métodos e técnicas habitualmente usados em Ergonomia. Os autores avaliaram a validade e fiabilidade, bem como os custos e benefícios, associados ao uso desses mesmos processos, o que nos ajuda a equacionar a sua usabilidade e aplicabilidade para os nossos estudos.

Ler mais sobre este livro no GoogleBooks.
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24 de junho de 2009

Mestrado em Ergonomia | FMH-UTL


As candidaturas à 2ª Edição do Mestrado em Ergonomia, da Faculdade de Motricidade Humana – Universidade Técnica de Lisboa (FMH-UTL), decorrerão de 1 de Julho a 7 de Setembro de 2009.

Os pedidos de creditação para os alunos que realizaram formações longas do 1º ciclo em Ergonomia (4 e 5 anos) decorrerão, também, dentro do mesmo período.

O Mestrado em Ergonomia fornece competências complementares para todos aqueles que se dedicam à optimização das condições de trabalho, à concepção de sistemas de produção e de produtos, à segurança higiene e saúde no trabalho e à formação profissional. Este curso permite o desenvolvimento profissional contínuo, quer para os profissionais de Ergonomia quer para todos aqueles que procuram novas oportunidades.

Para informação adicional visite a página do Departamento de Ergonomia da FMH-UTL em http://www.fmh.utl.pt/ergonomia/
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9 de junho de 2009

Neuroergonomics

# Sugestão de leitura da semana:

Parasuraman, R. & Rizzo, M., (2007). Neuroergonomics: the brain at work. Oxford University Press US. ISBN 0195177614, 9780195177619


"Neuroergonomics can be defined as the study of brain and behavior at work. It combines two disciplines--neuroscience, the study of brain function, and human factors, the study of how to match technology with the capabilities and limitations of people so they can work effectively and safely.

The goal of merging these two fields is to use the startling discoveries of human brain and physiological functioning both to inform the design of technologies in the workplace and home, and to provide new training methods that enhance performance, expand capabilities, and opitimize the fit between people and technology.

Research in the area of neuroergonomics has blossomed in recent years with the emergence of noninvasive techniques for monitoring human brain function that cna be used to study various aspects of human behavior in relation to technology and work, including mental workload, visual attention, working memory, motor control, human-automation interaction, and adaptive automation.

This volume will provide the first systematic overview of this emerging area, describing the theoretical background, basic research, major methods, as well as the new and future areas of application. This collection will benefit a number of readers: the experienced researcher investigating related questions in human factors and cognitive neuroscience, the student wishing to get a rapid but systematic overview of the field, and the designer interested in novel approaches and new ideas for application. Researchers in human factors and ergonomics, neuroscience, cognitive psychology, medicine, industrial engineering, and computer science will find this volume most helpful."

Links:
Ler mais, sobre este livro, no GoogleBooks e no Designing*for humans.
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4 de junho de 2009

Sabiam que # o uso de "personas" aumenta a usabilidade das soluções?


Um estudo recente, conduzido por Frank Long, sugere que o uso de "personas" (personagens/cenários), como método para comunicar requisitos, numa abordagem de design colaborativo, resulta em soluções com maior usabilidade.

Abstract "The use of personas as a method for communicating user requirements in collaborative design environments is well established. However, very little research has been conducted to quantify the benefits of using this technique. The aim of this study was to investigate the effectiveness of using personas. An experiment was conducted over a period of 5 weeks using students from NCAD. The results showed that, through using personas, designs with superior usability characteristics were produced. They also indicate that using personas provides a significant advantage during the research and conceptualisation stages of the design process (supporting previously unfounded claims). The study also investigated the effects of using different presentation methods to present personas and concluded that photographs worked better than illustrations, and that visual storyboards were more effective in presenting task scenarios than text only versions."

Ler o resto do artigo no frontend.com.

Nota: Na sequência de uma observação feita por um leitor, gostaria de adicionar alguma informação a esta mensagem.

Não foi dito que a novidade, contida no artigo que estamos a citar, não é a descoberta das vantagens do uso de "personas", o que já se sabia anteriormente, mas antes alguns dados que quantificam o efeito do uso desse método. Este estudo dá-nos uma ideia de qual a verdadeira dimensão desse efeito. O que pode ser um argumento importante para justificar a adopção de uma metodologia.

Existem diversos casos similares a este. Os especialistas sabem, por experiência própria, ou por relatos partilhados com colegas, que estas metodologias são vantajosas mas, por falta de pesquisas experimentais controladas, não possuem dados que sustentem a sua opinião.

Referência:
Long, F (2009) 'Real or Imaginary; The effectiveness of using personas in product design', Proceedings of the Irish Ergonomics Society Annual Conference, May 2009, pp1-10 Dublin.
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