Mostrar mensagens com a etiqueta Pictogramas. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Pictogramas. Mostrar todas as mensagens

29 de abril de 2011

Gerd Arntz Web Archive


Gerd Arntz concebeu cerca de 4000 símbolos para o projecto Isotype. Agora podemos ter acesso à sua obra no site Gerd Arntz Web Archive.

28 de abril de 2011

Noun Project


No site do "Noun project" podemos encontrar inúmeros pictogramas (em vectores), disponíveis para download gratuíto.

Consiste num excelente repositório, de um utilidade extraordinária para quem trabalha com este tipo de comunicação pictórica.
Muito bom!*****

11 de novembro de 2009

Pictogramas Olímpicos Londres'2012

Já são conhecidos os pictogramas para os Jogos Olímpicos de Londres, 2012.

Design: Someone

Foram produzidas 2 versões: as silhuetas e a versão "dinâmica", para ser aplicada em "merchandizing" diverso, posters, etc.


Exemplos da versão silhueta


Exemplos da versão dinâmica

Ler mais sobre esta assunto na CreativeReview

Digam-nos o que acham sobre estes pictogramas e sobre a opção de usar os pictogramas para um outro fim, que não o "wayfinding"!...
.

30 de outubro de 2009

Icon Finder


Para aqueles que, como eu, estudam e concebem ícones ou estão, apenas, interessados neste assunto, o IconFinder, um motor de busca especializado neste tipo de soluções, pode ser uma excelente fonte de informação.
Neste momento estão disponíveis cerca de 115,000 ícones, organizados em 263 conjuntos.
.

17 de julho de 2009

PICOL - Pictorial Communication Language


PICOL, de PIctorial Language é um projecto que tem por objectivo descobrir um sistema padrão para ícones de comunicação electrónica.

Este projecto iniciou-se em 2008, como trabalho de graduação de Melih Bilgil, na Universidade de Ciências Aplicadas de Mainz, Alemanha.

Actualmente, o PICOL disponibiliza 93 ícones, de forma gratuita, com algumas regras e licenças.

O site ainda está em desenvolvimento... esperam-se melhorias para breve.
.

9 de julho de 2009

Masculino * Feminino | Eis a questão...

Quando se concebe pictogramas com representação da figura humana, uma questão que não é fácil de resolver é a do género. Isto é, como desenvolver uma solução que não seja tendenciosa, sexista, ou, discriminatória face ao género?

Vou dar alguns exemplos para ajudar a entender este problema.


Figura 1. Pictogramas para sala de confereências, auditório ou algo similar.

Veja-se o caso do pictograma referente a auditório/sala de conferencias na imagem do canto esquerdo. Foi usada a figura masculina. Está errado!
A não ser que se trate de um evento exclusivamente masculino, não deveria ser usado este pictograma. A melhor opção seria um pictograma que fosse omisso quanto ao género, como é o caso da imagem do canto direito.

Mas, ainda pior do que o caso que acabei de referir, são os casos onde se aplicam esteriótipos. Veja-se os exemplos seguintes...


Figura 2. pictogramas com esteriótipos evidentes

Colocar a mulher a fazer as compras do supermercado, ou, a cuidar das crianças, enquanto os homens fazem actividades de lazer, ou, se armam em heróis, não é nada correcto!

Para evitar esta questão, alguns autores defendem o uso de 2 figuras, uma de cada sexo. Na teoria isso pode ser uma boa solução. Porém, em alguns casos, irá complicar muito a solução e, inclusivamente, gerar algumas confusões na descodificação da mensagem.


Figura 3. pictogramas com ambos os géneros

Veja-se o caso do sinal, do canto esquerdo, que significa porta-corta-fogo. Quando o sujeitei a um teste de compreensão, a maioria dos respondentes associou-o a WC. Tudo por causa das duas figurinhas humanas, homem e mulher, colocadas lado a lado.

Então, se esse é o problema, podemos colocar mais figurinhas. Para quebrar o paradigma do WC podemos, por exemplo, usar 3 figurinhas, como acontece no sinal do elevador, no canto direito. Mas, eis que surge novo problema... Vamos usar 2 homens e 1 mulher? Ou 2 mulheres e 1 homem?...

Esta é, de facto, uma questão sensível e de difícil resolução...
.

30 de abril de 2009

Queres que te faça um desenho?!?!...

Há uma expressão que diz que "uma imagem vale por mil palavras".
Efectivamente, essa é uma das grandes vantagens do uso de formas de comunicação visual, não verbal, como os pictogramas, ilustrações, diagramas, etc.

Contudo, há ilustrações que são hilariantes, como é o caso das explicações ilustradas sobre como (não) tratar um bebé que divulgo neste post.
No meu entender, há coisas que são tão óbvias que desenhá-las faz-nos parecer verdadeiros idiotas.





Encontrei estas imagens aqui e parece que fazem parte de um livro chamado Safe Baby Handling Tips de David & Kelly Sopp.

A quem ofereceriam estas instruções?
.

11 de fevereiro de 2009

Pictogramas de WC

Muitas vezes pensamos que é impossível inovar sobre algumas questões já muito exploradas. Um caso típico disto são os pictogramas de WC. Já muito se fez a este respeito mas, parece que há sempre algo de novo que é possível acrescentar. E foi isso que fizeram os designers do Mia&Jem...



Brilhante ;-)
.

21 de janeiro de 2009

Símbolos e pictogramas curiosos #4 Desafio!...

Caros leitores... desafio-vos a adivinharem o que significa este sinal.



Para não dizerem que o desafio sofre de pouca validade ecológica vou dar-vos mais informação. Fotografei este sinal aplicado na fachada exterior, junto de uma porta de entrada, de um espaço comercial. Mais não digo.

Fico a aguardar as vossas sugestões... e comentários ao dito...
"bora" lá a adivinhar ;-)
.

15 de janeiro de 2009

Fabrizio Schiavi e os pictogramas Siruca™


Fabrizio Schiavi é um designer italiano de 37 anos que tem trabalhado na área do design de comunicação.
Ele tem o seu trabalho disponível no seu web site no qual podem navegar.
O que eu destaco do trabalho deste "jovem" italiano é o seu trabalho na área do design de pictogramas.
Schavi desenvolveu um sistema de "pictogramas stencil". E desenganem-se aqueles que acham que os pictogramas devem ser formas fechadas, cheias, brutas, pesadas, muito visíveis, etc.
Podemos nós utilizadores claramente "fechar a forma" ou "prolongá-la" (para entender o que está a ser dito é favor dar uma olhadela ao que são as leis de Gestalt).
Simples e muito divertidos!
Apesar de parecerem incompletos denotam preocupação e pormenor na sua concepção. Harmoniosos entre si, de cantos arredondados, elegantes.
Um exemplo a seguir!
E este nosso colega de profissição diz ainda que "you can download the font, use it in any way you like (including commercial work) and modify it, but don’t forget to send me back your updated font. I’ll publish it just below the text in this page with your name and a link to your site. Other visitors will be able to download your version and modify it themselves. And so on... Don’t worry if you don’t know any font editor, you can send me a Freehand or Illustrator file with your design and I’ll fix it."

8 de janeiro de 2009

Símbolos e pictogramas curiosos...#3

Entre as pessoas com necessidades especiais existe um grupo, com mobilidade reduzida, que se desloca em cadeira de rodas. Talvez em virtude das particularidades da cadeira de rodas e da maior expressão que esta incapacidade têm na população, este grupo foi escolhido para representar a ideia de acessibilidade.

O símbolo internacional de acessibilidade consiste numa figura estilizada de uma pessoa em cadeira de rodas (Decreto-Lei nº 163/2006 de 8 de Agosto), conforme a figura seguinte.


Fig. 1 - Esquema (grelha de construção) do símbolo internacional de acessibilidade

Este símbolo é aplicado em situações diversas. As mais comuns são:
> percursos, acessos e/ou edifícios acessíveis;
> máquinas/equipamentos acessíveis;
> instalações sanitárias acessíveis;
> lugares de estacionamento reservados a deficientes motores;


Fig. 2 - aplicações mais comuns do símbolo internacional de acessibilidade

Contudo, existem mentes criativas que gostam de dar "aquele toque especial" aos símbolos e acabam por produzir soluções algo "diferentes", com é o caso do símbolo que podem ver na figura seguinte.


Fig. 3 - símbolo internacional de acessibilidade "diferente"...
(foto tirada com telemóvel...)

Este curioso símbolo está aplicado na porta de um WC de uma conhecida faculdade de Lisboa, cujo nome não vou divulgar por achar que não importa para o efeito.

Numa leitura rápida fiquei com a ideia de que o símbolo ilustrava um deficiente, em cadeira de rodas, a jogar com uma bola... Mas, como essa hipótese me pareceu algo descabida, considerando o contexto, deduzi que a "bola" deveria ser, afinal, a pequena roda da frente que algumas cadeiras possuem... ou, talvez o "criativo" tenha ficado incomodado pela figura estar com as pernas suspensas e tenha sentido vontade de dar um apoio aos pés...

Fica a dúvida: será o caso de um verdadeiro incentivo, legítimo, à prática de desporto, um caso de "humor negro" ou, apenas, um caso de design irresponsável que acabou por dar origem a uma piada?...
.

17 de dezembro de 2008

Símbolos e pictogramas curiosos...#2

Uma pessoa que seja surda não pode ser alertada, como é óbvio, por um alarme sonoro, para uma emergência que ocorra dentro de um edifício (ex. um fogo). Infelizmente, a maioria, ou quase totalidade dos edifícios apenas possuem sistemas de alarme deste tipo.

Esses sistemas são, por vezes, complementados com indicadores luminosos como, por exemplo, flashes (luzes "strobe") ou "pirilampos" que reforçam a mensagem de alerta. Contudo, para que o surdo se aperceba de que esse alarme está activo terá que ter contacto visual com esses avisos, o que pode não acontecer a dada altura. Ou, então, deduzir o que se está a passar pelo comportamento de outros utentes. O que também não é correcto e que poderá ser impossível de fazer, se estiver sozinho.

Podemos, por isso, concluir que as pessoas com deficiência auditiva estarão, na maioria dos casos, bastante desprotegidas. Imaginem a ansiedade que isso causará...
Suponham o que será, por exemplo, estar a dormir, num quarto de um hotel, sem saber se vão ser alertados, para um eventual incêndio, antes de as chamas/fumo vos invadirem o quarto...?

Não deve ser nada agradável...!

Uma alternativa poderá ser a implementação de dispositivos de alarme vibratórios. A empresa Deaf-Alerter disponibiliza diversos sistemas deste tipo.

Este tipo de produto/serviço é, como é evidente, muito importante e merece toda a nossa atenção pois é fundamental que os nossos edifícios sejam inclusivos e acessíveis. Mas, não foi esse o principal propósito que me levou a escrever este "post". Aliás, o motivo deste texto foi o estranho símbolo que a "Deaf-Alerter" sugere que seja aplicado nos edifícios equipados com este sistema de alerta.

Vamos, então, passar ao símbolo...


Imagem 1 - Símbolo da "Deaf-Alerter"

Ao observar o símbolo, por um lado, fiquei com a ideia de que era uma "orelha-alada", isto porque, as chamas/fumo me pareciam umas asas.

Depois, ao olhar novamente, já vi um "triângulo-orelha" que me parecia ter chifres e, eventualmente, umas orelhas (do tipo da vaca).

Por outro lado, aprendi que dentro do triângulo é ilustrado o perigo, ou, as consequências associadas à exposição ao perigo. O que me levou a pensar que, aqui, o perigo seriam as orelhas!!!... Especialmente aquelas que são inflamáveis... ;-)

Para além disso, o facto do triângulo estar sobre um fundo de cor avermelhada faz toda a diferença (os sinais de perigo têm um fundo amarelo com pictograma a preto). Esta cor remete-nos para os equipamentos de luta contra os incêndios quando, a meu ver, este alerta não está circunscrito apenas a incêndios. Os equipamentos de emergência são, ao que sei, indicados por sinais de cor verde... Isto poderá gerar, no mínimo, algumas más interpretações sobre quando e porquê accionar o tal alarme para surdos.


Imagem 2 - Aplicação do símbolo nos edifícios equipados com alarme vibratório.

Estou aqui a criticar mas, também não sei, neste momento, qual seria a alternativa mais adequada a este caso. Talvez estejamos perante um daqueles casos em que não há nenhuma forma, adequada, para ilustrar a mensagem pictoricamente. Não seria o primeiro caso.

Neste sentido, talvez fosse melhor opção o desenvolvimento de um símbolo, mais ou menos abstracto, que obrigaria a aprendizagem prévia para ser descodificado. O que, no meu ver, não era errado. Pois, não sendo um símbolo de carácter universal, isto é, que se destine ao maior número de utilizadores possível, os interessados estariam, certamente, previamente instruídos sobre a sua existência e significado.
.

4 de dezembro de 2008

Símbolos e pictogramas curiosos...#1

Existem algumas mensagens que são muito difíceis de representar usando pictogramas. Por vezes, os esforços desenvolvidos para comunicar essa mensagem, de forma pictórica, acabam por se revelar infrutíferos e as soluções encontradas são algo anedóticas.

O exemplo que publico hoje cabe, a meu ver, dentro desse grupo de pictogramas que está sobre a "lâmina afiada da faca" e pode cair, com pouco esforço, para qualquer um dos lados.

O que, no vosso entender, significa este pictograma? (não leiam o resto antes de ter uma resposta)...



No meu entender significa...
...
Ora deixa lá pensar...
...

> mão ao alto = stop, parar, não, proibido, etc... (se não fosse o polegar..., com aqueles dedos, mais parecia um garfo);
> pequena figura = pessoa, homem, pessoa pequena, criança???

Quanto à figura humana, sinto-me inclinada a aceitar que se trata uma criança, ao invés de um adulto, porque acho que consigo, de forma subtil, encontrar uns pequenos calções vestidos. E estou aqui a partir do pressuposto que só os miúdos pequenos vestem calções (o que não é verdade). Pelo menos, essa seria uma certa imagem estereotipada, dos miúdos, há algumas décadas atrás. Para além do mais, aqueles braços demasiado longos (tipo chimpanzé) poderão querer ilustrar o crescimento...

bom, então... talvez seja:
Proibido crianças ou proibida a entrada de crianças. Mas, por outro lado, a mão parece que vai cair, a qualquer instante, sobre a figura. Será que vai levar uma palmada, ou, será que vai ser esborrachada como se fosse um insecto?...

Será???...

Naturalmente, quando se fornece o contexto tudo fica um pouco mais fácil...


O pictograma, aplicado nesta embalagem de insecticida, é importante pois, se bem concebido, poderá ter algumas vantagens a considerar: está livre da barreira da língua, é um factor de atracção para o olhar, pode ser compreendido num relance e não necessita de muito espaço do rótulo.

Das vantagens enunciadas a única que parece funcionar é a de ser um ponto de atracção do olhar, tudo o resto está muito comprometido...

Merecia, no meu entendimento, ser redesenhado!
O que dizem vocês?
.

21 de novembro de 2008

curiosidades # AIGA


A AIGA (American Institute of Graphic Arts), no ano e 1974, em cooperação com o Departamento de Transportes dos Estados Unidos da América criou 34 símbolos para passageiros e utilizadores de aeroportos. Estes símbolos foram desenhados apenas para uso pedestre.
O objectivo do projecto foi desenhar/ produzir um grupo consistente e coerente de símbolos que atenuasse as dificuldades da língua, de modo a simplificar as mensagens básicas utilizadas nos aeroportos domésticos e internacionais.
Foi feiro um levantamento exaustivo dos símbolos existentes e dos seus conceitos e posteriormente introduzir/ propor novos símbolos em falta. (...)
Foi feito um inventário a nível mundial de 34 “mensagens” utilizadas pelas instituições de transportes, aeroportos, caminhos de ferro, gares marítimas, etc, de modo a cruzar todos os símbolos existentes.
O objectivo seria no final do projecto ter um sistema de pictogramas que pudessem ser aplicados nestas instalações e em eventos internacionais como por exemplo os Jogos Olímpicos. (...)
O objectivo da recolha dos vários pictogramas usados a nível internacional seria para descobrir ou avaliar se existiam conceitos relevantes e coincidentes nas várias culturas. Estes conceitos seriam classificados como suficientes ou não para uso nos aeroportos, por exemplo.
Caso não fosse satisfatória avaliação deste ou doutro símbolo, seria proposto um novo símbolo de modo a satisfazer o utente. (…)
A avaliação foi feita de duas formas:
01 – Usando o inventário como guia, em que cada membro das várias organizações que forneceram os símbolos, os avaliaram sem trocar impressões entre si.
Usou-se uma escala de 1 a 5 em que 1 representava a fraqueza/ fragilidade e 5 a força.
Cada símbolo foi avaliado segundo as três dimensões definidas por Charles Morris: Semântica, Pragmática e Sintaxe.
02 – Posteriormente o comité de avaliação classificou os símbolos em termos conceptuais, através da discussão e troca de impressões entre os vários indivíduos envolvidos no processo de avaliação.

in Symbol Signs: The development of passenger/ pedestrian oriented symbols for use in transportation-related facilities, American Institute of Graphic Arts – AIGA, 1974

18 de outubro de 2007

Information design, because it must reach everyone...

Clearly, there's a crying need for information design in our modern world, for data that is organized, written and presented so everyone can understand it. When the design of information is left to chance the result is information anxiety. And when things become too complex, when an environment defies common sense, when technical requirements are allowed to prevail over human considerations, then someone has to intervene. This is where the information designer comes in. It's his (or her) job to know that what's required here is more than just "good" design. What's the point of creating a swell-looking layout and printing it in attractive colors when all the wrong questions are being asked in all the wrong ways? The design of information may first involve translating a message from one language to another, or from official or technical jargon into plain English, or from complicated diagrams into straightforward listings. Information design, because it must reach everyone, is as much about process as anything else. This is more than likely to be news to your average graphic designer. Most designers are conditioned to regarding the design of information as something that is somehow beneath them; they'd rather be left alone to design posters, logos and glossy brochures, which probably pay better anyway. And besides, who wants to spend their time trying to figure out what information is needed and where it should be put?

Information Design by Erik Spiekermann, 2002

31 de agosto de 2007

Coisas da China #16



Este é o último post da série "Coisas da China" dedicada aos Pictogramas e Avisos recolhidos durante a minha viagem a esse país. Com ele acaba, para mim, a época de férias de Verão deste ano de 2007. Em Setembro regressarei com novos assuntos.