5 de agosto de 2006

Rota das Grutas Por caminhos da nossa terra...


Grutas de Mira de Aire


Grutas de Alvados


Grutas da Moeda


Grutas de Santo António


Para aqueles que estão a sofrer na pele (ou seja, no bolso) a malfadada crise e não possam fazer a tal viagem de sonho por esse mundo fora, porque não aproveitar as belezas deste nosso País, fazendo percursos cá dentro?...
Aqui vai uma sugestão que é económica e fresca: uma viagem às profundezas das serras na cercania de região de Fátima, aproveitando a temperatura ambiente bem agradável das grutas, para fugir ao calor…

Se estiveram interessados podem obter todas as informações nos seguintes sites:

www.grutasmiradaire.com/
www.grutasmiradaire.com
www.grutasmoeda.com
www.grutasalvados.com
www.grutassantoantonio.com

BOAS FÉRIAS! Até ao meu regresso ...

5 comentários:

Fabs Costa disse...

Pelos caminhos
de PortuGAL
Eu vi tanta coisa linda
Vi um mundo sem igual

Pelos caminhos
de PortuGAL
Eu vi tanta coisa linda
Vi um mundo sem igual...

Atom Ant?...
Já foste a Odivelas, alguma vez?
E a Barcarena?
E a Penacova?

Atom Ant disse...

Penacova acho que nuca fui... pelo menos não me lembro de ter ido. Recomendas a visita?

Fabs Costa disse...

Estava brincando!
Posso?...

Atom Ant disse...

É claro que podes... deves!!! Faz bem à alma. ;)

Mafalda Veiga disse...

Lisboa de mil Amores

Já um escuro vem do horizonte
Ou a luz se perde do olhar
São os campos perdidos e os montes
Que se estendem pela noite devagar

São tantos os caminhos e os dias
tantos como a saudade que se tem
talvez um sabor leve de maresia
talvez lembrança do sabor de alguém

Aí Lisboa estendida sobre o rio
Ai Lisboa de mil amores perdidos
Só de quem puder sentir
Que há um mar em ti escondido

Será do luar o brilho intenso
Será do olhar de quem eu quero
Que faz ir-se perdendo ao longe o escuro
E faz ir-se calando o desespero

Enquanto o dia vai
Enquanto a noite vem
E um desassossego
Acorda alguém

Uma canção distante
Lembra outro sonho e outro olhar
Ai se toda a saudade
pudesse enfim acalmar

Ai Lisboa estendida sobre o rio
Ai Lisboa de mil amores perdidos
Só de quem puder sentir
Que há um mar em ti escondido.