13 de março de 2006

Computador controlado pelo pensamento

Já existiam acessórios que permitiam controlar um computador com os movimentos dos olhos, mas agora foi apresentado, na feira de electrónica CeBit em Hanover, na Alemanha, um computador que é controlado pelo pensamento.

O Berlin Brain-Computer Interface foi concebido pelo Fraunhofer Institute (FIRST) em colaboração com a Charité. O utilizador terá que usar um capacete, contendo eléctrodos, que transmite informação sobre a actividade eléctrica do cérebro para o cursor no computador. Até agora foi experimentado num teclado mental.
Esta inovação pode ser uma excelente alternativa para pessoas paralisadas puderem usar o computador ou, para amputados poderem controlar as suas próteses electrónicas.
Fora do âmbito médico poderá ser aplicado aos jogos e à indústria de entretenimento.

O mais difícil é concentramo-nos nos pensamentos relacionados com o movimento, deixando de lado emoções e outras ideias…

3 comentários:

Atom Ant disse...

Acho que poderão melhorar o design do capacete, depois do sistema estar mais desenvolvido. Por enquanto parece que está ainda numa fase muito experimental.
Bem-vinda e sem ben-u-rons...

Fabs Costa disse...

Pues, pues...
Una cosita de cada vez.

fabs costa disse...

Oi Atom Ant!

Estou de volta e ainda sob o efeito devastador do ben-u-ron...

Encantada!
Que ideia maravilhosa..., Já há muito tempo que venho pensando nisto.

Se o cérebro médio está todo mapeado e se através de estímulos electricos se podem criar emoções várias numa pessoa através da linguagem binária, então a aplicação desses estímulos associados ao cotrolo de um interface pode produzir efeitos desejáveis em pessoas que estão incapacitadas de usar os seus meios na obtenção de fins específicos.

Penso que é uma criação com mérito, pela aplicação da tecnologia e do conhecimento ciêntifico em prole da inovação terapeutica.

No que diz respeito ao "capacete" que nos é mostrado nesta imagem, penso que se poderia melhorar o aspecto por forma ao utente não se sentir tão infeliz...

Pues, por supuesto que si...