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9 de abril de 2010

Color Scheme Designer


O site Color Scheme Designer é uma ferramenta que pode ser de grande utilidade para todos os que trabalham com cor. Inclusivamente, poderão simular como será a visão daqueles que sofrem das diversas formas de cegueira às cores.
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5 de janeiro de 2010

Turquesa!


O instituto Pantone, elegeu o turquesa como o tom de 2010. Leatrice Eiseman, diretora-executiva do Pantone Color Institute, justifica a escolha: "O turquesa é uma cor de escape, que transmite segurança, tranquilidade, e, se usada com tons de verde e branco, potencializa esses sentimentos", conta.
Ler mais em: http://www.pantone.com/pages/MYP_mypantone/mypInfo.aspx?ca=75&pg=20706

21 de outubro de 2009

color add | um código para daltónicos

O Daltonismo é uma alteração congénita, associada ao cromossoma X, que resulta numa incapacidade para distinguir algumas cores. Existem diferentes tipos de daltonismo (dicromacia, tricromacia anómala e monocromacia), deficiência que afectam cerca de 10% da população masculina mundial. Do ponto de vista funcional, os indivíduos com esta deficiência podem encontrar-se privados de realizar algumas tarefas, ou viverem situações de risco, quando estas dependerem fortemente da leitura das cores.

Motivado por este problema, o designer Miguel Neiva, no âmbito da sua dissertação de mestrado, realizada na Universidade do Minho, desenvolveu um código de símbolos (que ambiciona que seja universal), para comunicar a cor aos daltónicos. O código gráfico, designado "color add", é monocromático e assenta nos conceitos de desdobramento da cores. Para o efeito, foram desenvolvidas formas geométricas básicas, que estão associadas ás cores primárias (azul/cyan; vermelho/magenta; amarelo). A estas 3 formas básicas foram acrescentadas mais duas, que representam o branco e o preto.


Figura 1. Formas geométricas, base do código

A ideia é conjugar estas formas, numa metáfora alusiva à mistura das cores na paleta de pintura, para obter a cor desejada (neste caso, o código da cor).


Figura 2. Exemplo do processo de codificação, através da conjugação das formas geométricas básicas

Figura 3. Codificação de algumas cores, incluindo variações de claro e escuro

Depois de aprendida a lógica, ou memorizado o código, o indivíduo daltónico poderá identificar as cores dos produtos, desde que estejam devidamente codificados.

Neiva apresenta-nos, no site dedicado ao projecto, diversas situações onde o código poderia ser aplicado, desde etiquetas de roupa, material escolar e didáctico, material informativo (ex. transportes), entre outros.


Figura 4. Exemplo de aplicação do "coloradd" no diagrama das linhas do Metro do Porto

Considero este projecto muito interessante e pertinente. Contudo, tal como tem ocorrido com diversos códigos, cujos resultados estão bem documentados na literatura, poderão existir algumas dificuldades de aprendizagem e uso do mesmo. Não tenho informação sobre se e como o "coloradd" foi testado, ou validado, nem quais os eventuais resultados obtidos. Mas o estudo mais profundo deste código, sua aplicação e impacto é, certamente, um trabalho muito interessante a ser feito...

Parabéns ao autor!
Saber mais sobre este projecto no coloradd.net
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18 de março de 2009

Sabiam que... # a cor aumenta o desempenho

Um estudo recente sobre os efeitos cognitivos da cor, publicado na Science, revela que a cor afecta o desempenho humano.



Diversos participantes no estudo tiveram um desempenho superior, durante a realização de tarefas exigentes do ponto de vista da atenção e da memória, quando o encarnado estava presente. Já, quando lhes pediram para ser criativos, foram melhores quando o azul estava presente.

Quanto à atracção pelas cores, os participantes sentiram-me mais atraídos para o azul e evitavam o encarnado. Porém, nenhuma das 2 cores afectou a disposição/humor dos participantes nem a sua motivação. Os autores concluíram que, apesar de a cor ter influenciado a performance não a diminuiu ou afectou negativamente.

O facto de o encarnado ser evitado, apesar de ter sido associado anteriormente a um aumento da atracção por alguns alimentos e á estimulação sexual, pode estar relacionado com o facto de ser associado a a situações do quotidiano que envolvem algum perigo ou preocupação como, por exemplo, sinais de stop, perigo, fogo, etc. Habitualmente as pessoas quererão evitar essas situações e, por isso, terão um desempenho superior em termos de lidar com detalhes. O azul, por seu lado, é associado ao céu, ao mar e à segurança. Por isso, as pessoas serão mais estimuladas a explorar.

Abstract:
Existing research reports inconsistent findings with regard to the effect of color on cognitive task performances. Some research suggests that blue or green leads to better performances than red; other studies record the opposite. Current work reconciles this discrepancy. We demonstrate that red (versus blue) color induces primarily an avoidance (versus approach) motivation (study 1, n = 69) and that red enhances performance on a detail-oriented task, whereas blue enhances performance on a creative task (studies 2 and 3, n = 208 and 118). Further, we replicate these results in the domains of product design (study 4, n = 42) and persuasive message evaluation (study 5, n = 161) and show that these effects occur outside of individuals' consciousness (study 6, n = 68). We also provide process evidence suggesting that the activation of alternative motivations mediates the effect of color on cognitive task performances.

Referência:
Mehta, Ravi & Zhu, Juliet (2009). Blue or Red? Exploring the Effect of Color on Cognitive Task Performances. Science, Vol. 324, Issue 5915.
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9 de janeiro de 2009

2009 amarelo :-P

Depois de 2007 ter sido "pintado", pela Pantone, com o 19-1557 Chili Pepper e 2008 ter sido o ano do 18-3943 Blue Íris, eis que 2009 se adivinha amarelo...

Para Leatrice Eiseman, director executivo do Pantone Color Institute®, esta cor representa as qualidades e a importância do sol para a vida, assim como está ligada à imaginação e inovação.


(Ler mais)

Bem que precisamos de uma força igual à do sol para ultrapassar estes tempos tão difíceis...
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5 de dezembro de 2008

Porque são as coisas coloridas?


No site "Causes of colors" podemos encontrar a resposta para a pergunta - Porque são as coisas coloridas?
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16 de outubro de 2008

Como adultos e crianças percepcionam as cores...

Parece que a percepção das cores é feita de forma diferente nos adultos e nas crianças.

Estudos sugerem que as crianças processam as cores, de uma forma pura, numa parte pré-linguística do cérebro enquanto que, os adultos, o fazem nos centros da linguagem do cérebro. Isto significa que, nos adultos, as cores são processadas sob a influência dos conceitos previamente formados sobre elas.


Uma equipa de investigadores testou o fenómeno do processamento das cores pedindo, a adultos e a crianças pequenas, para se concentrarem num circulo colorido, ao qual eram expostos de forma breve. Por vezes, o estimulo surgia no seu campo visual direito (transmitido ao hemisfério cerebral esquerdo, onde é processada a linguagem) e, noutras vezes, surgia no campo visual esquerdo. Quando lhes foi pedido para identificaram um alvo colorido, exibido sobre um fundo de cor da mesma categoria, as crianças tiveram maior facilidade em faze-lo quando o alvo surgia no seu campo visual esquerdo. O inverso aconteceu com os adultos. Como era expectável, a detecção dos estímulos foi mais rápida quando estavam em oposição cores de categorias diferentes.

Estes resultados sugerem que, devido à vivência, o processamento puro das cores dá lugar a um processo mediado pela linguagem. Pouco se sabe sobre como ocorre esta mudança e também persistem dúvidas sobre se as cores percepcionadas, por adultos e crianças, são diferentes.

É uma descoberta que pode ter bastante interesse para os designers que são confrontados, constantemente, com a tarefa de escolher cores para os seus projectos...


Ler artigo original:
A. Franklin, A.; Drivonikou, G. V., Bevis, L., Davies, I. R. L. , Kay. P. & Regier, T. (2007). Categorical perception of color is lateralized to the right hemisphere in infants, but to the left hemisphere in adults. Proceedings of the National Academy of Sciences of the United States of America.
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8 de outubro de 2008

O jogo das cores

Quando era estudante de design realizava-se, na escola onde me graduei, um exercício sobre cor que era encarado de forma diversa pelos envolvidos. Para alguns, com mais paciência, era engraçado e desafiante (quase viciante) mas, para outros, era um tédio, um aborrecimento mortal, uma pura perda de tempo e de dinheiro.

Lá diz o diz o ditado que não se pode agradar a gregos e a troianos.
Pois é...

O exercício consistia em pegar numa reprodução de uma pintura, quase sempre de impressionistas e aplicar, sobre ela, uma quadrícula de cerca de 1 cm de lado, feita em acetato transparente. Depois, o desafio era descobrir o tom que fazia a síntese de todas as cores contidas em cada quadradinho daqueles. Esse tom era, por sua vez, pintado na nossa tela. No final, obtínhamos a pintura feita por fragmentos coloridos...

Aquilo que hoje os computadores fazem em segundos, fazíamos nós em meses de trabalho. Com a agravante de todo o trabalho feito à noite, sob más condições de luz, ter que ser repetido...

Na verdade, devo dizer que, genericamente, gostei de fazer esse trabalho.

Mas, toda esta conversa vem a propósito de um jogo, com cores, que encontrei por mero acaso um dia destes - "Test your color IQ". O jogo consiste em organizar, por tonalidade, tiras cheias de quadradinhos coloridos.
Parece coisa simples mas não é.



Ganha quem obtiver a pontuação mais baixa...
Quando o fiz, pela primeira vez, obtive 15 pontos... lol
nada mau ;)

E vocês, quantos pontos conseguem?
Testem a vossa visão apurada para a leitura das cores fazendo o teste aqui...
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8 de janeiro de 2008

A cor de 2008

De que cor será 2008?...
Já escolheram a cor para este ano?

A Pantone já escolheu!...


A
cor de 2008 será… o Blue Íris (PANTONE 18-3943).

Segundo a Pantone, esta cor foi escolhida porque combina os aspectos calmantes e estáveis do azul com as qualidades místicas e espirituais da púrpura. Ou seja, supostamente, o Blue Íris satisfaz a necessidade de confiança, num mundo cada vez mais complexo, ao mesmo tempo que adiciona uma pitada de mistério e de excitação ;-)



J
á agora, só por curiosidade, a cor do ano passado, 2007, era o PANTONE 19-1557 Chili Pepper… que me gradava muito mais… ;-)



1 de novembro de 2007

Colour: Design & Creativity



Está disponível, on-line, o número inaugural do jornal
Colour: Design & Creativity.

Esta nova publicação, da Society of Dyers and Colourists, destina-se a promover o saber e a troca de conhecimentos sobre a cor e a sua importância para o design. Nesse sentido, a revista está aberta a todos os que queiram submeter trabalhos nesta área.

Entre os tópicos abordados neste primeiro número estão a cor e as emoções, análise da cor no branding, conceitos de design usando modificações “termocrómicas” de cor, previsões de cores, preferências na indústria da moda, entre outras.

25 de junho de 2006

O Amarelo e o Rosa no ciclismo

E como só se fala de boa e de Mundial e do Cristiano Ronaldo e das namoradas dos jogadores... aqui fica um post sobre desporto, mas cuja actividade se socorre de uma bicicleta!


(...) O verde não é a única cor intimamente relacionada com o desporto. Existem muitas mais cores, cujo seu significado emocional se alterou após uma ligação íntima com a prática desportiva. Exemplo disto é a cor amarela. O amarelo foi fortemente menosprezado na Idade Média. Era a cor da mentira e da cobardia. Era a cor dos infames, dos traidores e dos excluídos. O amarelo estava conotado não só com a cultura judaica, mas também com os beatos, os leprosos e os muçulmanos. Estes três últimos apresentavam nomeadamente, pedaços de tecido amarelos, faixas amarelas, estrelas amarelas. Esta cor, apresentava pequenas similaridades com a simbologia do verde: as cores da desordem e da loucura. Apenas existia um amarelo que era cobiçado por todos, desejado por toda a sociedade, existia apenas um amarelo que trazia algo de bom, que era considerado o ópio do povo: o dourado. A cor do ouro Séculos mais tarde, percebe-se que o amarelo continua a ser uma cor de conotações negativas. Transformou-se na cor da doença, na Época Moderna. A doença e a morte, o ciúme e a traição, eram fortemente representados pelo amarelo. Na política também o amarelo se associa à revolução e à traição. No entanto, no ano de 1919, e contrariamente a todas estas conexões simbólicas e emocionais que a cor amarela apresentava, Eugéne Christophe, escolhe o amarelo, para assinalar e simbolizar o ciclista que ocupava o primeiro lugar na célebre prova de ciclismo o “Tour de France”. E foi mesmo o primeiro a usá-la, apesar de ter terminado esta edição em 3º lugar.
Esta escolha contribuiu em muito para ajudar a valorizar a cor amarela. Curiosamente, a preferência por esta cor, teve um critério associado à sua escolha, que não foi de todo nem simbólico, nem emocional e muito menos sensorial ou conceptual. Esta cor foi escolhida, pura e simplesmente, porque o jornal organizador deste evento, o “L'Auto” era impresso em folhas de papel amarelas. Foi portanto uma inteligente manobra de marketing para associar uma prova ao seu maior patrocinador e organizador. Este objecto amarelo, e ao contrário dos amarelos da Idade Média, passou a ser o objecto mais desejado e ambicionado por todos os ciclistas. Rapidamente esta ideia de que “quem está de amarelo está na frente” se extrapolou para os hábitos e práticas sociais de hoje. “Estar na frente”, “estar na cabeça”, “ser o chefe”, ou ser pura e simplesmente “o melhor”, significa obviamente ser “líder”. E ser líder é usar a camisola amarela em determinada função ou profissão. Curiosamente em Itália, o líder da Volta a Itália em bicicleta, “O Giro d'Italia” veste uma camisola rosa exactamente pela mesma razão que no “Tour de France” se veste uma amarela: o “Giro” era patrocinado pelo jornal “Gazzetta dello Sport” que era impresso em papel de cor rosa.


Da esquerda para a direita:
_Camisola Amarela do “Tour de France”. Neste caso, Lance Armstrong (1971 - ?), vencedor das últimas 7 edições desta prova de ciclismo, a mais famosa e carismática do panorama internacional.
_Página do jornal, “L’Auto”. Jornal célebre que “deu cor” à camisola do vencedor do “Tour de France”
_O Camisola Rosa do “Giro d’Italia”. Neste caso, Marco Pantanni (1970 - 2004), a erguer o troféu da edição de 1998. Faleceu 2 anos mais tarde vitíma de uma overdose de cocaína.

21 de junho de 2006

E se a relva fosse vermelha?



Ao longo dos dias, meses, anos e séculos, na linguagem e nos gestos, quer queiramos quer não todos nós utilizamos e nos socorremos dos símbolos. Dão um rosto aos desejos, incitam a determinadas atitudes, justificam comportamentos. A simbolização, ou seja, uma das formas mais evidentes de comunicação, faz-nos compartilhar regras de linguagem, hábitos, costumes, ideias. Para que essa comunicação seja eficaz, não é necessário que os intervenientes estejam de acordo, mas é imprescindível que todos participem do mesmo código de comunicação. O código simbólico da cor, chamemos-lhe assim, compactua cuidadosamente dos mesmos princípios.
A cor figura em tudo o que nos rodeia e muitas vezes questionamo-nos o porquê desta ou daquela cor em determinadas situações, em determinados sítios, em determinadas coisas e até em determinadas práticas sociais. Uma das práticas sociais onde esta está presente é no DESPORTO.
Hoje em dia o desporto tornou-se num ritual em que o excesso de cores é mais vivo que na Idade Média, por exemplo, e num ritual em que essas cores se coadunam de acordo com os sistemas mais bem sucedidos. O terreno de jogo sempre foi conotado com uma espécie de “espaço sagrado” onde se desenrola a prática do desporto. Este espaço delimita duas áreas distintas: o terreno dos deuses, ou seja, o espaço sagrado onde se desenrola determinado ritual, e o terreno do comum dos mortais. Se pensarmos na prática do futebol, que continua a ser o costume desportivo que mais público move, e olharmos atentamente para o terreno de jogo, apercebemo-nos que esse espaço de hábitos desportivos tem como tapete o verde. Um verde espectacularmente bem tratado e cuidado. O verde é a cor do desporto. Desde meados do séc. XII que esta cor, pelo menos no Ocidente, é a cor do jogo e do desporto. Se recuarmos no tempo até à cultura medieval, vamos ver o verde como cor do jogo, do desporto, da juventude e do movimento. A cor da Fortuna. É e sempre foi a cor mais dinâmica e ambígua de todas as cores. Uma cor que representa o que é e o que vai ser, o dito pelo desdito, a desordem e a ordem. O verde será então visto como uma cor ambivalente, pois se é a cor da Fortuna, também é a do infortúnio, se é a cor da juventude, esta mais tarde ou mais cedo acaba por se transformar em velhice. A cor verde está assim ligada simbolicamente, ao acaso e à sorte, ao dinheiro ou à falta dele. Por vezes à fatalidade. É a cor daquilo que muda.
Então... e se a relva fosse vermelha?

17 de junho de 2006

Em tempo de Mundial...

Se nos perguntarem: O que significam as palavras vermelho, azul, preto, branco?, Podemos, bem entendido, mostrar imediatamente coisas que têm essas cores. Mas a nossa capacidade de explicar o significado dessas palavras não vai além disso.”
Ludwig Wittgensteinn.1889 m.1951



A cor fala. A cor diz-nos coisas. A cor faz-nos sentir. A cor é a transmissão de estados de espírito. A cor é sensação. A cor é emoção. A cor comunica.
O Ferrari que passa é vermelho, é rápido, é veloz, é como uma labareda que se atravessa no nosso caminho.
A noiva casa de branco, é pura, é virgem.
A relva dos campos de futebol é verde, a cor da fortuna, da sorte.
O laranja é energia.
Mas... será que sempre foi assim? As cores sempre tiveram o mesmo significado emocional? Não. Claro que não. E historicamente? E porquê? Que cores? A adopção de certas cores para determinados fins leva-nos a conotar cores com emoções e sensações, estados de espírito e pessoas. Certas cores são vitória, outras são a morte, algumas são alegria. A cor é de facto qualquer coisa de indefinível. (...)
Uma das práticas sociais onde esta está presente é no DESPORTO. Em qualquer tipo de desporto nós podemos tentar descodificar o porquê de determinadas cores, visto que esta prática que move massas, sempre teve relações estreitas e privilegiadas com o uso e a escolha das cores. Hoje em dia o desporto tornou-se num ritual em que o excesso de cores é mais vivo que na Idade Média, por exemplo, e num ritual em que essas cores se coadunam de acordo com os sistemas mais bem sucedidos.
Mas em tempo de Mundial, quem quer saber de teorias e divagações sobre cor?
Queremos é os fulanos de cor de tinto a marcar golos... como hoje!