Este é um assunto que me interessa bastante e no qual tenho estado a trabalhar, no âmbito do meu trabalho de doutoramento.
Não fiquei surpreendida com o facto de se verificarem efeitos adversos na visualização do filme a 3D (ex. dores de cabeça, enjoo, fadiga visual, etc). Diversos estudos já tinham revelado que uma percentagem de pessoas (entre 5 e 10%) sofrem destes efeitos adversos, devido a características individuais diversas. O que me surpreendeu foi a total ausência de informação, alertando os espectadores para a possíbilidade de virem a sofrer desses efeitos.
Não se pode aceitar tal silêncio, muito embora se compreenda a sua razão...
Contudo, apesar das limitações actuais, a Realidade Virtual e Aumentada são áreas espantosas, com imenso potencial, que vão ser alvo de um grande pico de desenvolvimento no futuro próximo.
Para os interessados, sugiro o programa "Falar Global", emitido na Sic Notícias, com o tema "Sexto sentido tecnológico", onde foi entrevistado António Câmara da Ydreams.
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