5 de outubro de 2008
4 de outubro de 2008
Design quotes
"Creativity is allowing yourself to make mistakes. Design is knowing which ones to keep"
Scott Adams
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Scott Adams
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3 de outubro de 2008
Dicionário Visual
O "Visual Dictionary" é uma colecção de palavras ilustradas com imagens do mundo real. O projecto foi iniciado em Fevereiro de 2006 e conta com mais de 7500 imagens relativas a cerca de 4000 palavras.
Qualquer pessoa pode contribuir para o projecto basta, para isso, que se registe e envie o seu contributo.
Muito interessante e útil!...
2 de outubro de 2008
Projectos on-line... eis a questão!
A sociedade actual incentiva a possibilidade de comprar "à-distância", seja por catálogo, pela TV ou pela Internet. Sendo que, na maioria das vezes, essas vendas dizem respeito a produtos "pronto a usar".
Todos sabemos que essa possibilidade têm vantagens como, por exemplo, preços mais baixos, maior comodidade, maior rapidez, etc. Mas, também possui, como é óbvio, algumas desvantagens como, por exemplo, a dificuldade em avaliar a qualidade do produto (antes da compra), o potencial para a burla, etc.
A minha questão fulcral é: Será benéfico, para os clientes, aplicar estes dois conceitos - "pronto a usar" e "venda-à-distância" ao design?

Esta questão surgiu-me depois de ter tido conhecimento que existem empresas, no mercado, que realizam projectos à distância, integralmente via Internet. Nomeadamente, projectos de ambientes interiores e de arquitectura. Segundo pude verificar, por cerca de 200,00€, qualquer pessoa pode comprar um projecto para remodelar a sua sala, quarto, cozinha, etc.
A dúvida é se, o que se compra/vende, por este processo, corresponde a um projecto de design?...
Esta dúvida nada tem que ver com a qualidade/habilitações dos especialistas envolvidos. Nem estou, tão pouco, a insinuar que tais empresas sejam desonestas. Não é por aí... A minha dúvida tem que ver com o facto de, como profissional, encontrar demasiados pontos fracos neste tipo de serviço:
# Preços irreais (demasiado baixos) para o trabalho especializado implicado;
# Inexistência de contacto directo com cliente/local da intervenção;
# Informações e detalhes trocados por escrito (eventuais conversas telefónicas);
# Soluções propostas em apenas 2 opções/alternativas, sem possibilidade de discussão;
etc...
Começando pelo preço...
Como se consegue fazer um projecto, com qualidade, por um preço tão baixo?
Na minha opinião não se consegue, a não ser que se venda uma "espécie" de projecto, que seja uma solução tipo "pronto-a-vestir", disfarçada de projecto costumizado. Aí sim, talvez até se possa vender, esses pseudo-projectos, por menos dinheiro. Afinal de contas, estamos a falar de matrizes, à laia de receitas, que se podem aplicar em centenas de casos, fazendo mudanças mínimas. Um bom especialista, com bom domínio de ferramentas de modelação 3D, faz isso de olhos fechados, numa tarde. Para além do mais, estabelecendo contactos com revendedores de materiais de construção e mobiliário, haverá sempre umas comissões extra a facturar...
Quanto à inexistência de contactos pessoais, entre cliente-designer e troca de informação à distância...
Como se consegue iniciar um projecto sem ter informação necessária/suficente?
Os detalhes, necessários ao projecto, são enviados pelos clientes (por e-mail). É certo que podem enviar plantas, com medidas, fotos, etc. Mas, que qualidade/rigor terá essa informação? Recordo que não são poucas as dificuldades que muitas pessoas têm em se expressar por escrito. Inclusivamente, muitas, nem falando conseguem ter um discurso organizado... Este procedimento é totalmente antagónico com as sugestões da ergonomia e do Design-Centrado-no-Utilizador.
Terminando com, apenas, 2 soluções alternativas...
Como se consegue um ajuste, com relativa qualidade, entre as necessidades do cliente e as propostas, de uma forma tão eficaz?
Resposta é dada nas entrelinhas, pelos próprios prestadores de serviço: "A Consultoria do ....... não visa a elaboração de quaisquer projectos ou estudos aprofundados. As respostas elaboradas pelos nossos arquitectos e colaboradores são de natureza estritamente informativa e nunca substituem a consulta directa a um arquitecto."... Mais palavras para quê?!?!...
Perante esta reflexão, ligeira (fica muito por dizer), gostava de saber o que vocês pensam sobre o conceito de design feito à distância. Para isso, peço que respondam, sff, à nossa pequena sondagem (na barra lateral) e submetam os vossos comentários...
Mais tarde, na posse dos dados, voltaremos a este assunto.
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Todos sabemos que essa possibilidade têm vantagens como, por exemplo, preços mais baixos, maior comodidade, maior rapidez, etc. Mas, também possui, como é óbvio, algumas desvantagens como, por exemplo, a dificuldade em avaliar a qualidade do produto (antes da compra), o potencial para a burla, etc.
A minha questão fulcral é: Será benéfico, para os clientes, aplicar estes dois conceitos - "pronto a usar" e "venda-à-distância" ao design?
Esta questão surgiu-me depois de ter tido conhecimento que existem empresas, no mercado, que realizam projectos à distância, integralmente via Internet. Nomeadamente, projectos de ambientes interiores e de arquitectura. Segundo pude verificar, por cerca de 200,00€, qualquer pessoa pode comprar um projecto para remodelar a sua sala, quarto, cozinha, etc.
A dúvida é se, o que se compra/vende, por este processo, corresponde a um projecto de design?...
Esta dúvida nada tem que ver com a qualidade/habilitações dos especialistas envolvidos. Nem estou, tão pouco, a insinuar que tais empresas sejam desonestas. Não é por aí... A minha dúvida tem que ver com o facto de, como profissional, encontrar demasiados pontos fracos neste tipo de serviço:
# Preços irreais (demasiado baixos) para o trabalho especializado implicado;
# Inexistência de contacto directo com cliente/local da intervenção;
# Informações e detalhes trocados por escrito (eventuais conversas telefónicas);
# Soluções propostas em apenas 2 opções/alternativas, sem possibilidade de discussão;
etc...
Começando pelo preço...
Como se consegue fazer um projecto, com qualidade, por um preço tão baixo?
Na minha opinião não se consegue, a não ser que se venda uma "espécie" de projecto, que seja uma solução tipo "pronto-a-vestir", disfarçada de projecto costumizado. Aí sim, talvez até se possa vender, esses pseudo-projectos, por menos dinheiro. Afinal de contas, estamos a falar de matrizes, à laia de receitas, que se podem aplicar em centenas de casos, fazendo mudanças mínimas. Um bom especialista, com bom domínio de ferramentas de modelação 3D, faz isso de olhos fechados, numa tarde. Para além do mais, estabelecendo contactos com revendedores de materiais de construção e mobiliário, haverá sempre umas comissões extra a facturar...
Quanto à inexistência de contactos pessoais, entre cliente-designer e troca de informação à distância...
Como se consegue iniciar um projecto sem ter informação necessária/suficente?
Os detalhes, necessários ao projecto, são enviados pelos clientes (por e-mail). É certo que podem enviar plantas, com medidas, fotos, etc. Mas, que qualidade/rigor terá essa informação? Recordo que não são poucas as dificuldades que muitas pessoas têm em se expressar por escrito. Inclusivamente, muitas, nem falando conseguem ter um discurso organizado... Este procedimento é totalmente antagónico com as sugestões da ergonomia e do Design-Centrado-no-Utilizador.
Terminando com, apenas, 2 soluções alternativas...
Como se consegue um ajuste, com relativa qualidade, entre as necessidades do cliente e as propostas, de uma forma tão eficaz?
Resposta é dada nas entrelinhas, pelos próprios prestadores de serviço: "A Consultoria do ....... não visa a elaboração de quaisquer projectos ou estudos aprofundados. As respostas elaboradas pelos nossos arquitectos e colaboradores são de natureza estritamente informativa e nunca substituem a consulta directa a um arquitecto."... Mais palavras para quê?!?!...
Perante esta reflexão, ligeira (fica muito por dizer), gostava de saber o que vocês pensam sobre o conceito de design feito à distância. Para isso, peço que respondam, sff, à nossa pequena sondagem (na barra lateral) e submetam os vossos comentários...
Mais tarde, na posse dos dados, voltaremos a este assunto.
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1 de outubro de 2008
O melhor do design de produto Brasileiro
A "Industrial Designers Society of America" (IDSA) procurou internacionalizar, verdadeiramente, o seu galardão ao inaugurar o IDEA/Brazil. Naturalmente, foi uma excelente oportunidade para os designers se darem a conhecer e mostrarem os seus trabalhos. E não foram mal representados, antes pelo contrário, dos quase 350 trabalhos propostos, 53 foram seleccionados e premiados.
Vale a pena ver o design que se vai fazendo por lá... afinal, é design falado em português!...
Slide show: The best of Brazilian Design
Slide show: 2008 IDEA Design Awards
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30 de setembro de 2008
Information Visualization: Perception for Design.
Ware, Colin (2004). Information Visualization: Perception for Design. Elsevier Science.
ISBN: 1558608192
A percepção humana é uma das temáticas mais fantásticas e importantes para o design.
Neste livro, Colin Ware combina uma abordagem prática e aplicada, desta temática, com uma abordagem científica. Podemos, por isso, encontrar, lado a lado com pesquisas dos mais reputados psicólogos e neurofisiologistas, que trabalham nesta temática, orientações e regras úteis para o design da informação/comunicação. Entre diversos conteúdos, são explicadas as múltiplas facetas da percepção visual: cor, organização, espaço, movimento, textura e inter-relações entre estes elementos.
Ler mais sobre este livro no Google Books.
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29 de setembro de 2008
Rapidinhas...
# Project Never Design Competition
O "Project Never" é um concurso design criado por designers gráficos, para designers gráficos, com o propósito de galardoar aquelas boas ideias, que nunca chegaram à fase de produção. Podem ser submetidas ideias e conceitos que foram propostos, mas nunca aceites, desenvolvidos entre 1 de Janeiro de 2007 e 1 de Dezembro de 2008. O prazo para submissão de trabalhos termina a 1 de Dezembro de 2008.
# INDEX: Award 2009
Está aberta a candidatura ao prémios INDEX: Award 2009. O INDEX é um galardão, bi-anual, que explora o conceito de "Design to Improve Life". O prazo para candidatura termina a 8 de Dezembro de 2008.
# Aspen Design Challenge: Designing Water's Future
A primeira edição do "Aspen Design Challenge", promovido pela AIGA, tem por lema: "Designing Water's Future." Tal como o nome indica, destina-se a pensar o problema da água no nosso planeta. Os estudantes de design são desafiados a propor novas soluções, que encorajem um uso responsável da água, garantam acesso a água potável aos mais necessitados e aumentem a consciência sobre a importância da conservação deste recurso indispensável à vida. O prazo para candidatura termina a 15 de Dezembro de 2008.
# Jump the Gap: Roca Design Contest
O concurso internacional de design da Roca, que vai já na sua 3ª edição, constitui-se como uma boa plataforma para a divulgação de novos talentos nas áreas do design de ambientes e da arquitectura de interiores. O âmbito deste concurso é o universo das instalações sanitárias e todos os produtos associados. O lema deste ano é "Jump the Gap". O prazo para inscrição termina a 31 de Dezembro de 2008.
# Mohawk i-Tonie Awards
O concurso The Mohawk i-Tonie Awards está aberto a projectos impressos em papel Mohawk’s i-Tone. Todos os trabalhos impressos entre Janeiro e Dezembro de 2008 são eligíveis. Data limite é 31 de Dezembro de 2008. Saber mais (PDF).
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28 de setembro de 2008
27 de setembro de 2008
Design quotes
"Both optimists and pessimists contribute to our society. The optimist invents the airplane and the pessimist the parachute."
Gil Stern
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Gil Stern
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26 de setembro de 2008
A leste tudo de novo...
O blog/web magazine DesignEast foi criado com a ideia de divulgar o design que se vai fazendo em algumas regiões da Europa (central, oriental e sudeste).
Alguns países contemplados são: República Checa; Eslováquia; Polónia; Rússia; Hungria; Áustria; Bulgária; Sérvia; Ucrânia; Croácia, entre outros.
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25 de setembro de 2008
"Egonomics", a nova economia!
Identity Management Manifesto
Este manifesto, disponível no SlideShare, vale a pena ler porque resume o essencial das entrevistas, palestras e "workshop" do 13º "Trend Day About Identity Management".
A ideia central a reter é que a economia actual, baseada no paradigma da atenção mudará, no futuro, para o paradigma da economia do reconhecimento. E o design terá que se adaptar a essa nova realidade para continuar a crescer...
"Compulsory self-responsibility will force consumers to optimize their self. This self will call for deliberate decisions and new orientation frames. Identity will become a management assignment. Recognition will become the new key quantity."
Essa mudança resultará, segundo alguns autores, na "Egonomics" (de ego) - uma economia montada em torno do umbigo/do eu. Isto é, uma economia cujos pilares são:
# o corpo: vida saudável,
# segurança: autenticação,
# relações: conectividade,
# reconhecimento: reputação,
# actualização: criatividade.
SlideShare Link
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Este manifesto, disponível no SlideShare, vale a pena ler porque resume o essencial das entrevistas, palestras e "workshop" do 13º "Trend Day About Identity Management".
A ideia central a reter é que a economia actual, baseada no paradigma da atenção mudará, no futuro, para o paradigma da economia do reconhecimento. E o design terá que se adaptar a essa nova realidade para continuar a crescer...
"Compulsory self-responsibility will force consumers to optimize their self. This self will call for deliberate decisions and new orientation frames. Identity will become a management assignment. Recognition will become the new key quantity."
Essa mudança resultará, segundo alguns autores, na "Egonomics" (de ego) - uma economia montada em torno do umbigo/do eu. Isto é, uma economia cujos pilares são:
# o corpo: vida saudável,
# segurança: autenticação,
# relações: conectividade,
# reconhecimento: reputação,
# actualização: criatividade.
SlideShare Link
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24 de setembro de 2008
Yo-Yo carregador de baterias
A energia solar é uma alternativa, viável e barata, à electricidade para alimentar todos os nossos equipamentos eléctricos (móveis ou fixos). Por isso, são já comuns diversos dispositivos que permitem carregar as baterias dos telemóveis, dos leitores de mp3, do GPS e até dos computadores portáteis com a energia do sol. No entanto, essa não é a única energia limpa disponível, até porque nem sempre está disponível...

Neste âmbito, o designer Peter Thuvander propõe, aos utilizadores do iPhone, uma outra solução de alimentação (sobretudo para os dias sem sol): o "Yo-Yo". Este conceito recorre à tecnologia da indução electromagnética para produzir energia eléctrica. Basta, para isso, que se ponha o "yo-yo" a mexer...
A minha principal dúvida tem que ver com o tempo que demorará a carregar a bateria...???
Demorará tanto tempo que corremos o risco de ficar com uma lesão músculo-esquelética, no membro superior, pelo esforço repetitivo?!?!...
Por outro lado, qual será a reacção perante a visão de utilizadores, do moderno e exclusivo iPhone, a "brincar" com o tradicional e velhinho brinquedo...???
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Neste âmbito, o designer Peter Thuvander propõe, aos utilizadores do iPhone, uma outra solução de alimentação (sobretudo para os dias sem sol): o "Yo-Yo". Este conceito recorre à tecnologia da indução electromagnética para produzir energia eléctrica. Basta, para isso, que se ponha o "yo-yo" a mexer...
A minha principal dúvida tem que ver com o tempo que demorará a carregar a bateria...???
Demorará tanto tempo que corremos o risco de ficar com uma lesão músculo-esquelética, no membro superior, pelo esforço repetitivo?!?!...
Por outro lado, qual será a reacção perante a visão de utilizadores, do moderno e exclusivo iPhone, a "brincar" com o tradicional e velhinho brinquedo...???
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23 de setembro de 2008
Ecological Design
Van der Ryn, S., & Cowan, S. (2007). Ecological Design. Island Press.
ISBN 1597261416, 9781597261418
Desde a sua primeira edição, em 1996, este manual é essencial para quem quer conceber de forma “verde”, ou, ecologicamente sustentável.
O livro divide-se em 2 grandes partes: 1) “Bringing Design to Life” e 2) “The Ecological Design Process”.
Índice:
Part I - Bringing Design to Life
-Sustainability and Design
-An Introduction to Ecological Design
-Nature's Geometry
Part II - The Ecological Design Process
-Introduction: The Compost Privy Story
-First Principle: Solutions Grow from Place
-Second Principle: Ecological Accounting Informs Design
-Third Principle: Design with Nature
-Fourth Principle: Everyone Is a Designer
-Fifth Principle: Make Nature Visible
-Resource Guide for Ecological Design
Ler mais sobre este livro no GoogleBooks.
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22 de setembro de 2008
Rapidinhas...
# Biennial Competition LOGO 2008
O concurso LOGO 2008, promovido pelo “Central - Slovakian Gallery Banská Bystrica”, tem o propósito de divulgar, promover e comparar o design gráfico, que se vai fazendo na Eslováquia, com o resto do mundo. Podem concorrer todos os trabalhos, efectuados nos últimos 2 anos, das seguintes categorias: logótipos 2D e logótipos 3D.
O prazo de submissão de trabalhos termina a 15 de Outubro de 2008.
# Electrolux Kitchen Design Competition 2008
O prémio de design de cozinhas - "Electrolux Kitchen Design Competition 2008" (ler regulamento em pdf) - promovido pela Electrolux, encerra o período de submissão de trabalhos a 17 de Outubro de 2008.
# Extraordinary, Every Day Travel Contest
O concurso Extraordinary, Every Day Travel Contest, promovido pelo Alcantara Lab, tem como tema o nomadismo contemporâneo. O concurso, aberto a todos os designers de todo o mundo, tem por objectivo o desenvolvimento de produtos fabricados em Alcantara. Esses produtos, que devem ser extraordinários, podem ser elementos e acessórios que possam ser usados, transportados, vestidos no dia-a-dia, nas mais diversas actividades do quotidiano.
O prazo de submissão de trabalhos termina a 31 de Outubro de 2008.
# Fennia Prize 2009
O "Fennia Prize – Good design grows global" destina-se a empresas que desejem ver premiado o seu uso do design nos negócios, quer ao nível dos produtos fabricados/comercializados quer ao nível do seu branding.
O prazo de submissão de trabalhos termina a 31 de Outubro de 2008.
# Gimme Shelter
O Schuylkill Center lançou um concurso de design para a concepção de novos métodos de construção sustentável – Gimme Shelter: Sustainably Designed Structures in an Urban Woodland (ler regulamento em pdf).
O prazo de submissão de trabalhos termina a 21 de Novembro de 2008.
# Feel Planet Earth: Cifial Design Award
O Concurso “Feel Planet Earth: Cifial Design Award”, promovido pela Cifial, tem por objectivo promover a partilha de ideias e divulgar os valores do design, oferecendo novas abordagens a tarefas, serviços e tecnologias que vão de encontro à necessidade de um design cada vez mais sustentável. O tema desta edição é a actual dependência, excessiva, dos recursos e energias não renováveis.
A primeira fase de registo termina a 31 de Dezembro de 2008.
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21 de setembro de 2008
20 de setembro de 2008
Design quotes...
“I think in many ways design is about looking at a diverse range of problems and solving them. But the designs we make aren’t solving anything; they’re meant to ask questions. There’s a lot that’s unknown about these new technologies, so we’re very interested in using design to explore what we don’t know.”
Fiona Raby
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Fiona Raby
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19 de setembro de 2008
Antiguidades do Futuro
Lisa S. Roberts iniciou a sua colecção de "Antiguidades do Futuro" com o objectivo de chamar a atenção para os produtos com elevada qualidade de design. Actualmente, a colecção possui já mais de 250 produtos, alguns dos quais já não se produzem.
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18 de setembro de 2008
Espelho meu, há alguém...
O Magic Mirror (este da imagem) parece um vulgar espelho mas, não é!...
Na verdade contém, por detrás da sua aparência banal, um sistema de segurança curioso. Se a casa for invadida surge, no espelho, uma careta feia, do “Basil of the Mirror” (tipo mordomo), a informar o que está a acontecer e eventualmente a dizer alguma sentença. Ao mesmo tempo, é fornecida imagem em tempo-real (recolhida por câmaras de vídeo) do que se passa por lá...
Diversas mensagens, pré-gravadas, podem ser emitidas pelo espelho falante:
• "Hmmm…most curious... it seems that we have a pedestrian approaching up our driveway”
• "For your information… a motor car has departed"
• "It appears that a pedestrian is exiting out of our driveway"
• "May I inform you that the motor car garage door has just been opened"
• "Pardon me, this is merely a reminder, but the motor car garage door is still not secure"
• “Will someone please greet our guests at the door!”
• "Ahh yes….. it seems the Jacuzzi is now at the selected temperature"
• "Pardon me, but isn't it time to leave for practice"
• "Alarm! Alarm! The pool gate has been opened"
Parece-me mesmo o espelho mágico da história da Branca de Neve... aquele que responde à questão "há alguém mais belo do que eu?"...
Não entendo qual a necessidade deste "visual"... será para comover, baralhar, assustar ou divertir os assaltantes/donos da casa???....
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17 de setembro de 2008
Está na cara...
Sabiam que a forma do rosto pode revelar a agressividade dos homens?
Pois parece que sim...
A “physiognomy” (fisionomia) é a “ciência” de adivinhar o carácter dos indivíduos através da análise do exterior do seu rosto. Não é uma área de estudo recente mas tem tido, ao longo dos anos, altos e baixos de credibilidade e aceitação. A sua reputação foi muito abalada, sobretudo, pela sua associação à Frenologia e à Eugenia. Porém, com a evolução da ciência genética parece ter ganho novos argumentos. Ainda assim, ao pensar nestas questões, ocorre-me, sempre, os trabalhos do criminalista italiano, do Séc. XIX, Cesare Lombroso, que estudou os traços fisionómicos dos criminosos e afirmou que estes tinham características faciais específicas e distintivas como, por exemplo, maxilas proeminentes ;-)

Um estudo recente de Justin Carré e Cheryl McCormick, da Brock University, Ontario, Canadá, publicado “on-line” nos “Proceedings of the Royal Society”, revela que é possível determinar a predisposição para a agressão/violência através da análise do rosto (dos homens). Inclusivamente, as mulheres conseguem prever a predisposição dos homens, para serem pais carinhosos e saberem lidar com crianças, através do seu rosto.
Tal análise baseia-se na relação entre a largura e a altura do rosto (entre pontos anatómicos específicos). Sendo que esta relação é muito diferente nos rostos das mulheres e dos homens (os homens têm rostos mais largos do que as mulheres). Tal diferença começa a acentuar-se durante a puberdade, devido à influência das hormonas sexuais, em especial da testosterona, que é conhecida por tornar as pessoas mais agressivas.
O estudo iniciou-se pela análise das medidas do rosto de 88 voluntários, homens e mulheres. Os participantes foram convidados a participar no jogo que consistia em apertar um botão com o objectivo de ganhar pontos, impedir o adversário de ganhar pontos e roubar pontos ao adversário. Verificou-se que os homens roubavam mais pontos aos adversários do que as mulheres (eheheheh). Foi, também, verificada uma relação entre este comportamento, considerado mais agressivo, e as dimensões do rosto.
Para transpor o estudo para o mundo real, os autores avaliaram as medidas do rosto dos jogadores de hóquei no gelo, que é conhecido por ser um jogo bastante agressivo, e cruzaram essa informação com o seu registo de faltas em campo e castigos aplicados. Tal como esperado, quanto mais largo era o rosto dos jogadores, maior era o seu registo de faltas e castigos. Curiosamente, este efeito não foi comprovado nos rostos das mulheres.
Apesar de terem sido efectuadas algumas criticas ao estudo, sobretudo devido ao facto de terem sido usadas fotografias, em vez de medidas recolhidas directamente, o efeito é coerente com a expressão que fazemos para sermos assustadores: baixar o sobrolho e levantar o lábio superior (o que alarga as proporções do rosto).
# Há, aí, alguém interessado em fazer este estudo usando os jogadores de futebol, que actuam no campeonato português??!!!...
Referência:
Carré, J. M. & McCormick (2008). In your face: facial metrics predict aggressive behaviour in the laboratory and in varsity and professional hockey players. Proceedings of the Royal Society B: Biological Sciences. doi:10.1098/rspb.2008.0873
Published online.
Pois parece que sim...
A “physiognomy” (fisionomia) é a “ciência” de adivinhar o carácter dos indivíduos através da análise do exterior do seu rosto. Não é uma área de estudo recente mas tem tido, ao longo dos anos, altos e baixos de credibilidade e aceitação. A sua reputação foi muito abalada, sobretudo, pela sua associação à Frenologia e à Eugenia. Porém, com a evolução da ciência genética parece ter ganho novos argumentos. Ainda assim, ao pensar nestas questões, ocorre-me, sempre, os trabalhos do criminalista italiano, do Séc. XIX, Cesare Lombroso, que estudou os traços fisionómicos dos criminosos e afirmou que estes tinham características faciais específicas e distintivas como, por exemplo, maxilas proeminentes ;-)
Um estudo recente de Justin Carré e Cheryl McCormick, da Brock University, Ontario, Canadá, publicado “on-line” nos “Proceedings of the Royal Society”, revela que é possível determinar a predisposição para a agressão/violência através da análise do rosto (dos homens). Inclusivamente, as mulheres conseguem prever a predisposição dos homens, para serem pais carinhosos e saberem lidar com crianças, através do seu rosto.
Tal análise baseia-se na relação entre a largura e a altura do rosto (entre pontos anatómicos específicos). Sendo que esta relação é muito diferente nos rostos das mulheres e dos homens (os homens têm rostos mais largos do que as mulheres). Tal diferença começa a acentuar-se durante a puberdade, devido à influência das hormonas sexuais, em especial da testosterona, que é conhecida por tornar as pessoas mais agressivas.
O estudo iniciou-se pela análise das medidas do rosto de 88 voluntários, homens e mulheres. Os participantes foram convidados a participar no jogo que consistia em apertar um botão com o objectivo de ganhar pontos, impedir o adversário de ganhar pontos e roubar pontos ao adversário. Verificou-se que os homens roubavam mais pontos aos adversários do que as mulheres (eheheheh). Foi, também, verificada uma relação entre este comportamento, considerado mais agressivo, e as dimensões do rosto.
Para transpor o estudo para o mundo real, os autores avaliaram as medidas do rosto dos jogadores de hóquei no gelo, que é conhecido por ser um jogo bastante agressivo, e cruzaram essa informação com o seu registo de faltas em campo e castigos aplicados. Tal como esperado, quanto mais largo era o rosto dos jogadores, maior era o seu registo de faltas e castigos. Curiosamente, este efeito não foi comprovado nos rostos das mulheres.
Apesar de terem sido efectuadas algumas criticas ao estudo, sobretudo devido ao facto de terem sido usadas fotografias, em vez de medidas recolhidas directamente, o efeito é coerente com a expressão que fazemos para sermos assustadores: baixar o sobrolho e levantar o lábio superior (o que alarga as proporções do rosto).
# Há, aí, alguém interessado em fazer este estudo usando os jogadores de futebol, que actuam no campeonato português??!!!...
Referência:
Carré, J. M. & McCormick (2008). In your face: facial metrics predict aggressive behaviour in the laboratory and in varsity and professional hockey players. Proceedings of the Royal Society B: Biological Sciences. doi:10.1098/rspb.2008.0873
Published online.
16 de setembro de 2008
Concebendo para utilizadores idosos
Fisk, A. D., Rogers, W. A., Charness, N., Czaja, S. J. & Sharit, J. (2004). Designing for older adults: principles and creative human factors. CRC Press. ISBN 0-415-28611-5.
Este livro tem por principal objectivo fornecer orientações e conhecimentos, a todos os envolvidos na concepção de produtos, ambientes e/ou sistemas destinados a uma população de idosos.
O livro apresenta um resumo sintético da literatura mais relevante sobre o assunto facilitando, dessa forma, o trabalho de pesquisa dos designers. Parte dos conteúdos apresentados resulta da larga experiência do seus autores nesta problemática. A informação é apresentada de forma sintetizada, numa linguagem acessível, pensando, sobretudo, na prática do projecto e não na investigação.
As temáticas abordadas são da Ergonomia e do envelhecimento, onde se destaca a percepção, a cognição, o controlo motor e aspectos do projecto como a iluminação, as interfaces computorizadas, a organização do trabalho, entre outras
Indice:
PART I: FUNDAMENTALS
Toward Better design for Older Adults
Characteristics of Older Adult Users
Guiding the Design Process
PART II: DESIGN GUIDELINES
Improving Perception of Information
Developing Training and Instructional Programs
Design of Input and Output Devices
Interface Design
PART III: EXEMPLAR APPLICATIONS
Making the Work Environment Age-friendly
Maximizing the Usefulness and Usability of Health Care Technologies
PART IV: CONCLUSION
Synthesis and Comments References Index
Ler mais sobre este livro no GoogleBooks.
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