3 de fevereiro de 2006

Velas sem cera

Hoje em dia é possível encontrar uma réplica de quase tudo. Há réplicas de telemóveis, de jóias, de relógios, de carros, de roupas, de obras de arte, até de pessoas, enfim…Mas esta ideia de imitar, ou replicar, parece-se muito com a ideia de falsificar. A fronteira é tão ténue que quase vivemos uma vida que não é real mas sim uma réplica…
Toda esta conversa foi despoletada pela minha descoberta de que agora até já há réplicas de velas, não como aquelas que se vêm nas igrejas, mas cópias electrónicas perfeitas das originais.

Para meu espanto, as velas Hono acedem-se de forma similar ás verdadeiras, ou seja, basta aproximarem uma réplica de fósforo para que se acedam, apagam-se pelo sopro e a sua luz também treme pela acção de uma ligeira brisa. Tudo graças à mais avançada tecnologia japonesa.


Assim já podemos fazer um jantar “à luz das velas” (neste caso apenas à luz… ponto.) sem sujar a toalha de cera, sem cheiro de cera derretida, sem ter de substituir as velas a meio do repasto, sem risco de incêndio ou queimaduras, etc…e são completamente recarregáveis.

Estava aqui a pensar se seria uma boa opção para o jantar romântico do próximo dia de São Valentim… talvez…desde que a companhia seja verdadeira!!!

1 comentário:

Fabs Costa disse...

Bem..., o dia de São Valentim também é uma coisa mais ou menos folclórica que serve de estímulo ao comercio local e não só e há até quem se divirta ou chore com a pobreza da coisa em si.

Agora e antes de mais o importante é haver mesmo a companhia..., se é verdadeira ou não, só mais tarde...