31 de março de 2007

Design quotes

“Design must seduce, shape, and perhaps more importantly, evoke emotional response.”
April Greiman

30 de março de 2007

Companhia de dança Pina Bausch



É sempre com a maior das honras que Portugal acolhe os espectáculos desta famosíssima companhia de dança, que nos revisita nos próximos dias 5 a 8 de Abril, no Teatro Camões, em Lisboa com o seguinte programa:

"For the Children of Yesterday, Today and Tomorrow",

Esta peça estreada a 25 de Abril de 2002, no Tanztheater Wuppertal Pina Bausch, tem a direcção e coreografia de Pina Bausch, a cenografia de Peter Pabst, os figurinos de Marion Cito e a colaboração musical de Matthias Burkert e Andreas Eisenschneider.

Um dia o Sol ficou enredado numa árvore e a Terra mergulhou na escuridão. Para salvar o mundo, o pequeno esquilo roeu dia e noite os ramos da árvore e perdeu o pêlo e a cauda devido ao calor abrasador do sol. Mas, o esquilo continuou insistentemente até libertar o corpo celeste. Como recompensa o sol ofereceu à criatura calva o sonho do voo e o esquilo tornou-se no primeiro morcego.Assim nasce o Mito Nativo Americano, How the Bat Came to Be.

Esta lenda cheia de esperança, compaixão e altruísmo e que representa o melhor existente em cada um de nós, foi parte da inspiração de Pina Bausch para For the Children of Yesterday, Today and Tomorrow.

O poder teatral de For the Children of Yesterday, Today and Tomorrow está à altura das primeiras peças de 1980 como Café Müller, Bluebeard e Sagração da Primavera.

Embora esta peça não seja acerca de crianças, tem a qualidade de um conto de fadas, uma história para adormecer ou uma lenda – ou mesmo todas elas em sucessão. Como o título sugere, é um espectáculo que apela à criança existente em cada um de nós, à criança que fomos, à criança que tivemos ou que poderemos vir a ter.

Re:Mo


O mobiliário em kit não é novidade mas, construir peças de mobiliário, usando elementos semelhantes ás peças de Lego, já não é assim tão comum. Com a proposta dos designers da SOZ Corporation, do Japão, abriu-se uma nova era para os amantes do “do it yourself”. Agora é possível construir, destruir e transformar, todas as peças de mobiliário que desejarmos, sem serras de corte, pregos, martelos, parafusos ou chaves-de-fendas. Basta, para isso, ter diversos módulos Re:Mo. A sua forma e função permite mudar tudo, num ápice, satisfazendo as necessidades e estado de espírito dos seus utilizadores. A transformação parece estar limitada apenas pela criatividade, paciência e quantidade de peças disponíveis.

Algumas peças de mobiliário Re:Mo estão já a ser exibidas no Museu de Artes Decorativas de Paris. Também podem ser adquiridas on-line e no MOMA, de Nova Iorque.

Parece-me uma solução criativa, para situações de uso temporário ou de nomadismo. Contudo, tenho algumas dúvidas sobre a segurança das construções. Será que os encaixes resistem ás forças e cargas que iremos exercer sobre eles? Quanto à ergonomia das construções, essa deve deixar muito a desejar... No entanto, devemos entender que, estas peças, devem ter um uso muito esporádico.

É uma proposta que vale mais pela novidade e pelas possibilidades lúdicas que oferece...

29 de março de 2007

Concurso Selling Point


O concurso “Selling Point” procura novas ideias para a concepção de um quiosque, ponto de divulgação, que seja construído com desperdícios de materiais recicláveis. Este quiosque deverá ser de fácil transporte, montagem e armazenamento.

Podem participar estudantes de design de interiores e industrial, licenciados desde 2004.
As propostas deverão ser enviadas até 20 de Abril.

Para participar, faça o download do regulamento e das normas e procedimentos:
- Regulamento (pdf)
- Normas e Procedimentos (pdf)

Fonte: CPD

28 de março de 2007

STEP Best of Web Design 2007

Está a decorrer, até ao próximo dia 2 de Abril de 2007, o prazo para submissão de trabalhos para o concurso de web design - “STEP's Best of Web”, que conta com o apoio da JupiterImages Unlimited.

O vencedor será entrevistado, o seu trabalho será divulgado no “STEP's 2007 Best of Web Annuano” (Setembro/Outubro de 2007) e receberá um ano de subscrição grátis de imagens multimédia da JupiterImages Unlimited, no valor de $2500.

Podem ser submetidos trabalhos para as seguintes categorias: Consumer, Business, Self-Promotion, Nonprofit/Public Service.
Para cada categoria poderão submeter 3 tipos de trabalho: website, motion graphics e advertising.

27 de março de 2007

Literacia visual

Wilde, J. & Wilde, R. (2000). Visual Literacy: a conceptual approach to graphic problem solving. Watson-Guptill; New Ed edition.
ISBN-10:
0823056201; ISBN-13: 978-0823056200.

Tal como o seu título indica, este livro fala-nos sobre literacia visual. Podemos começar por definir a literacia visual como a capacidade para interpretar, criticar, usar e apreciar as imagens. Onde se inclui a capacidade de criar imagens para comunicar. A literacia visual implica a posse e domínio de um vocabulário, de conhecimentos prévios, que permitam a compreensão e a discussão de imagens e símbolos visual. É, também, um âmbito de estudo que interessa a áreas como a história da arte, a crítica da arte e do design, psicologia, semiótica, filosofia, design de informação e comunicação, ergonomia, entre outras.

Este livro, da autoria de Judith e Richard Wilde, foi concebido para ser um manual escolar, estimulando a prática criativa, dando inúmeros exemplos e soluções concretas para diversos problemas de design identificados. Os problemas de literacia visual são enunciados (como exercícios académicos) e são resolvidos, estando todo o processo divulgado no livro. O livro divide-se em duas grandes partes: a primeira parte, com exercícios de design gráfico e a segunda com exercícios de ilustração.

Se é importante para os alunos, não é menos importante para os professores. Para mim, é mais uma obra que me está a orientar nesta tentativa de descobrir como se forma um designer.

26 de março de 2007

Pictogramas dos Jogos Olímpicos de Pequim

Fiquei a saber que, a ideia que esteve na origem dos pictogramas, para os jogos olimpicos de Pequim, em 2008, foi de um estudante de 27 anos, chamado Wang Jie, da Chinese Central Academy of Fine Arts. Ao que parece, ele inspirou-se em antigos caracteres, inscritos em pedra, para encontrar a linguagem de base para os 35 pictogramas.


A linguagem adoptada faz a síntese entre a escrita chinesa arcaica, normalmente conhecida como uma forma decorativa de escrita, a escrita pictográfica dos oráculos, a escrita chinesa em bronze e os grafismos modernos. Depois de aprovada a linguagem de base, os pictogramas foram aperfeiçoados, à boa maneira chinesa, por professores e alunos da Chinese Central Academy of Fine Arts and Fine Arts school of Qinghua University, dando origem a este conjunto denominado de "Beauty of Seal Characters".

Os pictogramas serão uma das mais importantes imagens de marca dos Jogos Olimpícos, aplicando-se ,não apenas nas placas scripto-direccionais, como também, nos mais diversos elementos do sistema de comunicação (publicidade, souvenirs, merchandizing em geral, entre outros).

Do ponto de vista das conotações culturais, estes pictogramas funcionam muito bem. Também sugerem, de forma evidente, movimento e graciosidade. Contudo, no meu entender, a leitura das diferentes modalidades desportivas nem sempre é fácil. Especialmente quando apresentados em tamanho reduzido e sem texto anexo.



A leitura dos traços, que compõem o pictograma, nem sempre leva a um entendimento claro do padrão e, por isso, ficamos sujeitos a um processo top-down de inferência. Que, como se sabe, está muito sujeito a erros e interpretações erróneas.

Embora considere, como linguagem, que é uma solução agradável e adequada à cultura em que está inserida, do ponto de vista da usabilidade, acho que podia ser melhor.

No site oficial dos Jogos Olímpicos de Pequim podem encontrar mais informações sobre estes pictogramas mas, também, sobre pictogramas de jogos anteriores.

24 de março de 2007

Design quotes

“The designer leads a kind of karaoke existence, always singing someone else's song, and never saying what he thinks should be said.”
Bruce Mau.

23 de março de 2007

3º Seminário de usabilidade

III Seminário de Usabilidade

4 de Abril às 15h


Realiza-se no próximo dia 4 de Abril às 15h o 3 º Seminário de Usabilidade, o evento anual da Associação Portuguesa de Profissionais de Usabilidade (APPU), este ano dedicado ao tema "Novos Desafios":

"Os produtos que utilizamos no nosso dia-a-dia são cada vez mais complexos. Os sites da Internet possuem níveis cada vez maiores de interactividade. Como manter a simplicidade de utilização neste contexto, assegurando a satisfação dos utilizadores?"


Programa:
14:30 – Recepção aos Participantes
15:00 – Apresentação / Boas Vindas (Bruno Figueiredo)
15:15 – Processos de design centrados no utilizador para sistemas interactivos (Francisco Rebelo)
15:45 – Prototipagem em Papel (Ivo Gomes)
16:15 – Coffee Break
Apresentação sobre Usabilidade de Sistemas Comandados pela Voz no Windows Vista (Microsoft)
16:45 – Usabilidade em Rich Internet Applications (Bruno Figueiredo)
17:15 – Usabilidade em Comunidades Geradas pelos Utilizadores (Pedro Custódio)
17:45 – Mesa Redonda / Debate: "Os Novos Desafios das Aplicacões Web: Interacções Ricas"
18:30 – Encerramento


Inscrições Gratuitas:
O Seminário é de entrada livre.

No entanto, a sala tem uma capacidade limitada, pelo que será necessário inscrever-se enviando um e-mail com nome e contacto para info@usabilidade.org.


Local e Transportes:
Auditório da Microsoft
Edifício Qualidade, C1 - C2
Av. Prof. Doutor Aníbal Cavaco Silva
Tagus Park, Porto Salvo, Oeiras


Para quem tenha dificuldades em deslocar-se para o local do evento, a APPU vai mediar uma lista de procura e oferta de transporte individual. Basta enviar uma mensagem para info@usabilidade.org e indicar se se trata de procura ou oferta e o local de partida.


Mais informações: www.usabilidade.org

22 de março de 2007

50 Anos da Gulbenkian



50 ANOS GULBENKIAN - Colóquio e Ciclo de Cinema

Organizado em colaboração com João Bénard da Costa, Presidente da Cinemateca Portuguesa – Museu do Cinema, o Ciclo será completado com a realização de um Colóquio dedicado ao estudo da intervenção da Fundação no apoio à renovação da produção cinematográfica portuguesa, em que participarão historiadores, críticos e cineastas.

Integrado nas Comemorações do Cinquentenário da Fundação e na sequência do Ciclo “Como o Cinema Era Belo – 50 Filmes Inesquecíveis”, será exibido um conjunto de 9 filmes portugueses apoiados pela Fundação, no âmbito do protocolo que permitiu a criação do Centro Português de Cinema, em 1970.

Será ainda editada uma brochura alusiva à história das relações da Fundação com o Centro Português de Cinema, contendo uma lista de todos os filmes subsidiados e de todos os bolseiros na área do Cinema.

5 e 6 de Maio: Ciclo de cinema, Grande Auditório, 15h30h, 18h30 e 21h30
11 de Maio: Colóquio, Auditório 3, a partir das 15h30

Primeiros modernismos em Portugal



Primeiros modernismos em Portugal na colecção do Museu do Chiado - MNAC
3 Junho - 30 Outubro 2005 Pisos 2A
Curadora: María Jesús Ávila

Os Modernismos, iniciados com grande esforço e empenho nos anos 10 do séc. XX, por serem iniciadores haveriam de se debater, ao longo das três primeiras décadas, entre memoráveis momentos de euforia e possibilidade de futuro e momentos de perigoso reaccionarismo, como era natural num meio em que ainda dominavam estruturas sociais e culturais próprias do séc. XIX.


As rupturas não existiram, só lentas transformações não estruturais, que esqueceram durante anos os logros de alguns, deixaram outros pelo caminho e noutros ainda provocaram viragens conservadoras. Situação que a mudança política ocorrida em 1926 e, em especial, a definição de uma "Política do Espírito" por António Ferro e a criação do Secretariado de Propaganda Nacional (SPN) em 1935, irá favorecer.

Após o parêntese que constituem Amadeo de Souza-Cardoso e o surto futurista da década de 10, confuso teoricamente e reduzido, nas artes plásticas, aos breves exemplos que representam a Cabeça de Santa Rita e as experiências órficas de Eduardo Viana, os anos 20, embora abalados por um certo desânimo generalizado, haviam de conhecer alguns importantes episódios de activismo, edição de publicações e realização de obras.

A renovação formal, tímida, processa-se através de referências à organização volumétrica de Cezánne, ao Picasso classicista e, na escultura, a Rodin. Encontra em José de Almada Negreiros, Eduardo Viana, Dordio Gomes, Carlos Botelho, Abel Manta, Francisco Franco, Diogo de Macedo e Ernesto Canto da Maia, algumas das suas melhores expressões.

Na década seguinte, esta vertente dará lugar a um novo academismo, o de uma "equilibrada" expressão moderna, que haveria de conferir às artes plásticas portuguesas um carácter atemporal. Daqui destacar-se-ão pontualmente, e em percursos muito individualizados, o expressionismo de Mário Eloy, Júlio, Alvarez e Hein Semke, as experiências dimensionais e surrealistas de António Pedro e, em especial, as conquistas espaciais que, em Paris, Vieira da Silva desenvolve.

Pese a escolha reduzida, os Primeiros Modernismos em Portugal na Colecção do Museu do Chiado - MNAC apresenta algumas das obras mais destacadas dos seus autores ou que se revelam cruciais em momentos de viragem estética nos seus percursos. Para além das obras presentes na sala da exposição, outras pertencentes ao mesmo momento e igualmente relevantes para a sua compreensão, encontram-se incluídas no Percurso pela escultura portuguesa dos séc.s XIX e XX , exposto no átrio, na passadeira e no jardim.

Artistas:
Abel Manta (1888-1982), Amadeo de Souza-Cardoso (1887-1918), António Pedro (1909-1966), Bernardo Marques (1899-1962), Carlos Botelho (1899-1982), Diogo de Macedo (1889-1959), Dordio Gomes (1890-1976), Eduardo Viana (1881-1967), Ernesto Canto da Maia (1890-1981), Francisco Franco (1885-1955), Guilherme Santa Rita (1889-1918), José de Almada Negreiros (1893-1970), Mário Eloy (1900-1951)

Young Package 2007

Young Package 2007 : Call for Entries
Think of nature . Think of everybody . Think contextually.

Está a decorrer o prazo para envio de trabalhos para o Concurso Young Package 2007, promovido pelo Design Centrum Czech Republic, com a parceria da Model Obaly Company, apoiado pela Icograda e gerido pelo Antipol Brno Advertising.

Este concurso está aberto a jovens designers de todo o mundo, com idades até 30 anos e estudantes (do secundário ou universitários). O âmbito do concurso é o design em cartão. Podem submeter projectos de embalagens, produtos de uso quotidiano, ou qualquer outro projecto livre, desde que realizados em cartão. O tratamento gráfico dado ás emblagens ou produtos é um dos critérios em avaliação.

Existem prémios para diversas categorias: o vencedor da categoria abaixo dos 30 anos receberá 25,000 CZK. O vencedor da categoria estudante de universitário receberá 20,000 CZK e os do secundário 15,000 CZK.

O prazo de submissão acaba no próximo dia de 30 de Março de 2007.

Mais informação:
Regulamento
Ficha de inscrição

21 de março de 2007

Lightouch Design Competition 2007

Estão abertas as submissões para o 2º concurso internacional de design - Lightouch Design Competiton 2007, promovido pelo Design Singapore Council e a FLOS.

Para a presente edição deste concurso deverão ser submetidos sistemas de iluminação que sejam inovadores, funcionais, adaptáveis, reguláveis e modulares.

O vencedor ganhará uma deslocação a Milão e uma visita de estudo à fábrica da FLOS. Os que ficarem classificados entre os primeiros oito serão convidados a assistir ao workshop que a FLOS organizará, no próximo ano em Singapura.

O prazo termina no próximo dia 30 de Abril de 2007.

20 de março de 2007

Como formar um designer gráfico

Heller, Steven (1998). The Education of a Graphic Designer. Allworth Press.
ISBN-10: 1880559994; ISBN-13: 978-1880559994;

Ao longo dos anos de docência, que já levo no currículo, já tive que me adaptar a diversas alterações, quer nos programas das disciplinas, quer nas orientações dos cursos e, agora, a este novo acordo de Bolonha...

Isto tem aspectos bons, porque nos obriga a ter uma grande versatilidade na abordagem dos conteúdos mas, também tem aspectos negativos, especialmente porque, nos primeiros anos após as mudanças, há sempre alguma ansiedade e dúvidas sobre a adequação do rumo adoptado. O actual estado de transição faz com que tenha procurado fortalecer as minhas convicções, sobre o ensino do design, na leitura de alguns textos de referência. Entre eles, destaco este livro de Steven Heller, sobre a formação de um designer gráfico, numa co-edição da School of Visual Arts de Nova Iorque. É uma colectânea de ensaios, entrevistas a grandes designers e professores, que reflectem a evolução desta profissão e do impacto que, essa evolução, teve no ensino do design gráfico. Entre outros temas, é discutida a célebre dicotomia teoria-prática, as vantagens das metodologias tradicionais face ás abordagens da moderna pedagogia. Entre os nomes dos designers entrevistados incluem-se o de Milton Glaser, April Greiman, Louis Danzinger, Sheila de Breteville, entre outros.

Gostava, francamente, de encontrar uma resposta robusta sobre como formar um designer...
.

19 de março de 2007

Stanley Morison e a Times



Quando a Times foi adoptada pelo jornal THE TIMES, o dia 3 de Outubro de 1932 marcou o culminar de um complicado processo de implementação. Neste processo de transição esteve o jovem tipógrafo Stanley Morison.
Especialista em Caligrafia e Tipografia tinha integrado em 1929 a equipa do jornal britânico e começado as pesquisas para realizar a nova família de fontes.
Depois de executados cerca de 7000 punções protótipos, apareceu uma letra euilibrada, legível e neutra, onde se percebia claramente a utilização de caracteres híbridos, misturando elementos estilísticos das romanas renscentistas com outros das romanas de transição. Esta fonte viria a ser a mais famosa da série de revivalismos conhecida por Old Type Revival.

"Por tipógrafo não me refiro a um impressor, como vulgarmente acontece. Por tipógrafo refiro-me a alguém que, pelo seu julgamento e uma sólida argumentação dentro de si próprio, possa executar ou dirigir outros para executarem do princípioao fim todos os trabalhos manuais ou operações físicas relacionadas com tipografia."

Ler mais em Molho de Brócolos

International Lift Design Contest

Os elevadores, de hoje em dia, já não são aquelas pequenas e claustrofóbicas caixas de antes. O cuidado no design dos seus interiores, dos comandos ou da iluminação, tornou-os em pequenos espaços mais suportáveis, mais agradáveis e menos assustadores. Esta é uma área em franco crescimento, tanto quanto aumenta a necessidade de construir em altura. Por isso, não é de estranhar que comecem a surgir eventos que procurem aumentar a qualidade do design neste sector. Muito embora, já haja produtos de elevada qualidade, há sempre os de gama baixa que apresentam graves problemas, especialmente ao nível da acessibilidade a pessoas com necessidades especiais.

Com o propósito de promover a apresentação de propostas inovadoras, para o sector dos elevadores, quer na perspectiva dos fabricantes quer na dos utilizadores, foi lançado o 2º concurso “Lift Design Contest”, cujo lema é "Smart Response".

Este concurso esta inserido no âmbito do “Lift Istanbul Exhibition” da “Elevator & Escalator Industrialist Association” e conta com o apoio da “Industrial Designers Society of Turkey Istanbul Branch”.

Os participantes deverão desenvolver propostas inovadoras, para cabines de elevador, que respeitem os princípios do design inclusivo e da ergonomia. Poderão desenvolver os botões, os mostradores, os avisos, os alarmes, ou tudo aquilo que possa ser usado para trocar informação entre o utilizador e o elevador.

Os prémios são generosos: 1º prémio 11.000 USD; 2º prémio 7.000USD e 3º prémio 4.000USD.

As propostas podem ser submetidas até 23 de Março de 2007.

Detalhes e ficha de inscrição: International Lift Design Contest. pdf

Secretariado do concurso:
IFO Istanbul Fair Organization
Yildiz Posta Cad. Ayyildiz Sitesi B Blok N:28 K:1 D:38
Gayrettepe / ISTANBUL – TURKEY

Tel:+90 212 275 75 79
Fax: +90 212 288 36 11
e-mail: asansor@ifo.com.tr
http://www.asansoristanbul.com

17 de março de 2007

Design quotes

“The words graphic designer, architect, or industrial designer stick in my throat, giving me a sense of limitation, of specialisation within the specialty, of a relationship to society and form itself that is unsatisfactory and incomplete. This inadequate set of terms to describe an active life reveals only partially the still undefined nature of the designer.”
Alvin Lustig.

15 de março de 2007

VM+SD Retail Renovation Competition

O design de ambientes tem sido um pouco o parente pobre neste blog… raramente falado e divulgado. Isto deve-se ao facto de ser uma área um pouco menos “agressiva” e pouco divulgada entre nós. O que é uma pena… Mas, para contrariar, um pouco,esta tendência aqui fica uma notícia sobre esta área do design.

A revista VM+SD lançou um concurso, para projectos de renovação de espaços comerciais: VM+SD Retail Renovation Competition

Infelizmente, o prazo de submissão está quase a acabar: dia 19 de Março de 2007. Até lá, poderão enviar os vossos projectos, desde que tenham sido executados entre 1 de Janeiro de 2006 e 6 de Janeiro de 2007. Juntem fotografias do processo de renovação (antes, durante e depois).

Serão seleccionados vencedores para cada categoria e será, ainda, eleito o projecto de renovação do ano. Os vencedores serão divulgados no número de Setembro de 2007 da revista e serão também convidados para fazer a sua apresentação na conferência 2007 VM+SD International Retail Design Conference, em Atlanta, de 19 a 21 de Setembro de 2007.

Para mais informações contactar:

Lauren Mang
Assistant Editor
Phone : 513-263-9380
E-mail : lauren.mang@stmediagroup.com.

Podem descarregar aqui o regulamento e o formulário de candidatura:
VM_SD_Retail_Renovation_Competition_2007.pdf

14 de março de 2007

HOW Promotion Design Awards


Faltam apenas 5 dias para acabar o prazo de submissão de candidaturas à vigésima edição do prémio “How Promotion Design Award”.

Assim, até à próxima segunda-feira, dia 19 de Março, ainda poderão enviar os vossos trabalhos na área do design gráfico ou de comunicação (relatórios anuais, brochuras, catálogos, publicidade, livros, revistas, convites, cartões de agradecimento, embalagens, posters, calendários, entre muitos outros) para este prémio.

Contudo, o prémio, HOW Promotion Design, só aceita exemplares de trabalhos que tenham sido concebidos entre 1 de Janeiro de 2006 e 20 de Março de 2007.

Os vencedores terão o trabalho publicitado no número de Outubro de 2007 da revista How e o melhor receberá uma viagem à conferência How Design de 2008.

Eis uma boa oportunidade para dar a conhecer as nossas qualidades…

Informação suplementar, ficha e regras de inscrição podem ser obtidas aqui HOW_PROMO_web.pdf

13 de março de 2007

Visual Methodologies

Rose, Gillian (2001). Visual Methodologies: An Introduction to the Interpretation of Visual Materials. SAGE Publications.
ISBN-10:
076196665X; ISBN-13: 978-0761966654

Peço desculpa mas, sem tempo para mais, aqui fica uma apresentação do livro em inglês (retirada do google books).

"This book is an introduction to reading visual culture. It explains which methods are available to the undergraduate student and shows exactly how to use them. The book begins with a discussion of general themes and recent debates, on the meaning of culture and the function of the visual, that offers a critical inquiry into the relation of visual images to social identities and social relations. Gillian Rose then goes on to investigate in detail the different methods for interpreting visual images. The strengths and weaknesses of each method are discussed in relation to a detailed case study, as well as to the more general issues outlined in the introduction. These methods include: - Compositional interpretation - Content analysis - Semiology - Psychoanalysis - Discourse analysis - Audience analysis An integrated primer on studying visual culture, illustrated throughout, and with key terms cross-referenced and defined, Visual Methodologies will be the first reference for any undergraduate in the social sciences beginning research".

Mais detalhes no google books

12 de março de 2007

The last but not the least

Mais um dia de Moda Lisboa, o último desta edição. Volto a escrever-vos para vos dar a conhecer as propostas de duas marcas que têm ganho uma certa consistência nos últimos anos e que movem o ritmo da moda em Portugal. São elas:

Aforest-design mostrou-nos uma colecção cheia de matérias naturais, numa perspectiva de conforto com estilo. A maioria das peças foi feita em felpas e malhas de algodão, com pormenores femininos, como o uso de laços. Nas malhas a ilusão visual, trompe l'oeil, foi muito bem conseguida e transmitida, em vez de existirem bolsos ou golas nas camisolas, havia um efeito visual com o direito e o avesso dos pontos das malhas, que simulavam esses elementos. Aforest-design tem crescido, não só no número de propostas apresentadas mas, acima de tudo, tem vindo a maturar boas ideias de design.









Lidija Kolovrat
apresentou uma colecção de Homem inspirada num cenário de guerra urbana e cosmopolita. Muitas das peças foram customizadas e transformadas em capas e casacos de cabedal com um corte atractivo. Às calças também foi aplicada a mesma técnica mas o resultado ficou um pouco aquém. Nem tudo o que resulta em passerelle, nuns fugazes 30 segundos, será na realidade vestido ou vendido, porque os consumidores estão mais conscientes da qualidade dos produtos e do conforto/ergonomia que oferecem. Faltou algo mais para que esta colecção pudesse ter surpreendido, no entanto, ficaram algumas peças marcantes como os casacos, capas e blusões.






Madame Jaquine@Moda Lisboa

Conferência sobre design inclusivo


International Conference on Inclusive Design, 2 a 4 Abril de 2007, Londres, Reino Unido.

Ainda há vagas para assistir à 4ª conferência internacional “Include 2007: designing with people”, promovida pelo Helen Hamlyn Center e que decorrerá no Royal College of Art.

O tema deste ano é “designing with people - strategies, stories and systems for user participation in design”. Esta conferência procura incluir todos os actores envolvidos nos diversos aspectos relativos ao design centrado no utilizador, dos investigadores à promoção, incluindo consumidores, designers, gestores, clientes, políticos e organizações do sector.

Últimas vagas - inscreva-se agora!

O programa detalhado pode ser descarregado aqui (pdf).

10 de março de 2007

Design quotes

“The difference between style and fashion is quality.”
Giorgio Armani

9 de março de 2007

ModaLisboa Outono /Inverno 2007

Para contrapor com estes magníficos dias de autentico verão começaram ontem, ao fim da tarde, a apresentação das colecções Outono/Inverno 2007 da Moda Lisboa, no Museu de Nacional de História Natural.

A primeira apresentação coube a Alexandra Moura, com uma colecção cheia de peças de malha, com diferentes jogos de volumes e de construções, tanto para homem como para senhora. A sobreposição de peças continua muito visível e apetecível. As cores mais importantes foram o bege, o preto, o cinzento e o amarelo, a aparecer pontualmente. As peças mais singulares foram os acessórios com madeixas de cabelo, como os bonés e os colares.


Seguiu-se o desfile de Dino Alves, o nosso enfant terrible, irreverente como sempre! Uma colecção caótica, onde o único fio condutor foram os chapéus. Viram-se nuvens e andantes e asas de borboletas esvoaçantes, elegantes mas com um pequeno senão, um porte difícil de manobrar. A roupa transmitiu um espírito punk-rock glamoroso, com peças e patchworks em vinil e algumas aplicações de cristais, de modo original. Infelizmente pouca ergonomia e design e mal-estar em algumas das peças apresentadas.


Para terminar o dia a dupla Alves/Gonçalves apresentou a sua colecção no seu atelier, a um número restrito de clientes, amigos e imprensa.

O atraso de hora e meia não demoveu os presentes, mas confesso que valeu a pena a espera! Alguns vestidos divinos em tecidos lamée e brocados às flores, numa mistura oriental – ortodoxa. Lãs encorpadas que acentuam as formas e o corte dos casacos e dos vestidos. A cintura apareceu bem definida pelos cortes e pelos cintos largos (em cabedal com tachas); e os saltos dos sapatos continuam vertiginosamente altos (10cm). As calças skinny (muito estreitas) continuam. E os chapéus voltaram a aparecer, grandes e voluptuosos, será que vêm para ficar?

Madame Jaquine @Modalisboa

8 de março de 2007

Bloomframe





E se, de repente, as janelas da nossa casa se abrissem, tal gavetas, e se transformassem em varandas?

Qual seria se sensação?

Pois, eu não sei, mas gostava de experimentar…

O atelier de arquitectura –Hofman Dujardin Architects de Amesterdão, Holanda, inventou a janela Bloomframe. Este invento, por enquanto ainda só um protótipo, permite a transformação de uma vulgar janela numa varanda. Com um simples movimento, podemos passar do interior para o exterior. Esta transformação pode ainda criar um efeito espectacular nas fachadas dos edifícios.

O único aspecto menos positivo, nesta proposta, é a reduzida abertura envidraça, que fica disponível quando a janela é janela. Entendo que isso se deve à necessidade do pavimento da varanda ser opaco, para evitar as vertigens, mas acho que é desperdiçar luz natural…